Helena Chagas: balas acertam adversários do PT
"No contexto do assassinato ainda não resolvido da vereadora Marielle Franco, no Rio, e no mesmo dia em que o ministro do STF Edson Fachin denunciou estar sofrendo ameças, o episódio brutal teve um impacto maior do que esperava qualquer petista", escreve a jornalista Helena Chagas, em referência aos tiros contra um ônibus da caravana do ex-presidente Lula; "Os levantamentos das redes sociais mostram também uma enorme repercussão, majoritariamente solidária ao ex-presidente e repudiando a violência"
247 - "No contexto do assassinato ainda não resolvido da vereadora Marielle Franco, no Rio, e no mesmo dia em que o ministro do STF Edson Fachin denunciou estar sofrendo ameças, o episódio brutal teve um impacto maior do que esperava qualquer petista", escreve a jornalista Helena Chagas, em referência aos tiros contra um ônibus da caravana do ex-presidente Lula.
"A mídia, inclusive aquela que costuma bater no ex-presidente, não fala de outro assunto. Os levantamentos das redes sociais mostram também uma enorme repercussão, majoritariamente solidária ao ex-presidente e repudiando a violência. A imprensa internacional também está dando grande espaço, naquela linha de que a democracia no Brasil anda em risco", diz.
A jornalista acrescenta que, "nesse clima, os políticos se juntaram à maioria chocada, em declarações criticando a barbárie e fazendo eco aos que consideram o ataque um atentado à democracia". "No campo da esquerda, o apoio de Guilherme Boulos e Manuela d’Ávila abriu caminho para futuras alianças".
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