Huck fora da disputa é a supremacia dos bastidores sobre os holofotes

"Embora seus mentores possam ter em vista construir uma 'coelho na cartola' para ter um candidato com potencial de crescimento com o povão onde não consegue mais votos, o 'boneco' deste plano não é bobo e faz as contas das perdas inevitáveis e dos lucros possíveis", avalia o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, sobre a desistência da candidatura presidencial do apresentador Luciano Huck; "Assumindo a candidatura, mesmo com a promoção da mídia de pesquisas duvidosas, corre riscos em prejuízos imediatos e futuros. O maior deles é que firmar ainda mais a candidatura Lula como alternativa para que o país tenha em seu comando um governante com capacidade de fazer o Brasil sair do clima de “BBB” em que se encontra", diz Brito

"Embora seus mentores possam ter em vista construir uma 'coelho na cartola' para ter um candidato com potencial de crescimento com o povão onde não consegue mais votos, o 'boneco' deste plano não é bobo e faz as contas das perdas inevitáveis e dos lucros possíveis", avalia o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, sobre a desistência da candidatura presidencial do apresentador Luciano Huck; "Assumindo a candidatura, mesmo com a promoção da mídia de pesquisas duvidosas, corre riscos em prejuízos imediatos e futuros. O maior deles é que firmar ainda mais a candidatura Lula como alternativa para que o país tenha em seu comando um governante com capacidade de fazer o Brasil sair do clima de “BBB” em que se encontra", diz Brito
"Embora seus mentores possam ter em vista construir uma 'coelho na cartola' para ter um candidato com potencial de crescimento com o povão onde não consegue mais votos, o 'boneco' deste plano não é bobo e faz as contas das perdas inevitáveis e dos lucros possíveis", avalia o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, sobre a desistência da candidatura presidencial do apresentador Luciano Huck; "Assumindo a candidatura, mesmo com a promoção da mídia de pesquisas duvidosas, corre riscos em prejuízos imediatos e futuros. O maior deles é que firmar ainda mais a candidatura Lula como alternativa para que o país tenha em seu comando um governante com capacidade de fazer o Brasil sair do clima de “BBB” em que se encontra", diz Brito (Foto: Aquiles Lins)
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Por Fernando Brito, do Tijolaço - O “Huck fora”,  que começou ontem com a nota de Gilberto Dimenstein onde ele  informa ter Luciano Huck dito  “a seus familiares e amigos próximos que não será candidato a presidente”, prosseguiu com  Monica Bergamo, na Folha,  confirmado com “dois interlocutores” a notícia, continua hoje com a nota de Sônia Racy, no Estadão, dizendo que o apresentador anuncia hoje que ” se nenhuma pedra cair no caminho, que está fora da corrida presidencial”.

Cuidado, porque a possível candidatura Huck, desde o início, move-se no mundo da mentira e da dissimulação. Como tem uma estratégia publicitária, nenhum projeto ou programa senão o de aproveitar-se  do espaço político que a devastação lavajatensecriou e, óbvio, da imagem de bom moço que construiu depois que virou “benfeitor”, deixando para trás o passado de “tiazinhas” e feiticeiras.

Embora seus mentores possam ter em vista construir uma “coelho na cartola” para ter um candidato com potencial de crescimento com o povão onde não consegue mais votos, o “boneco” deste plano não é bobo e faz as contas das perdas inevitáveis e dos lucros possíveis.

Recorde-se que Huck é um homem de negócios, onde a propaganda tem sua alma e o dinheiro a sua ideologia.

Até agora, só teve lucros. De um apresentador padrão “B” e dos círculos de aventureiros da riqueza afluente – que, ontem, com o sócio e amigo Alexandre Acciolly mostrou como pode trazer complicações – passou a ser um personagem da política.

Assumindo a candidatura, mesmo com a promoção da mídia de pesquisas duvidosas, corre riscos em prejuízos imediatos e futuros.

O maior deles é que firmar ainda mais a candidatura Lula como alternativa para que o país tenha em seu comando um governante com capacidade de fazer o Brasil sair do clima de “BBB” em que se encontra.

Há outros, e para a própria Globo, que sabe que vai dar a Lula a oportunidade, como disse o ex-presidente ao afirmar que “tudo o que eu quero na vida é disputar com alguém com o logotipo da Globo na testa”. Não se descarte, portanto, um irresistível “contra-vapor” da emissora, que sabe que o apreentador-candidato a coloca no centro da disputa política.

No mundo onde vive Huck existem duas vidas. O dos refletores e o dos bastidores.

O segundo define o primeiro, a hora de entrar e sair de cena.

Ou de voltar para o “bis”.

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