Internautas detonam Ricardo Salles, que tenta fazer pré-campanha em SP

Um dos perfis nas redes sociais criticou o parlamentar por ter comparado petistas a jumentos

Ricardo Salles
Ricardo Salles (Foto: Agência Câmara )


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247 - Internautas criticaram o deputado federal Ricardo Salles (PL-SP) e lembraram  que o desmatamento aumentou na gestão dele no Ministério do Meio Ambiente durante o governo Jair Bolsonaro (PL). As postagens contra o parlamentar nas redes sociais também foram publicadas após o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, confirmar a hipótese de o congressista deixar a sigla, para disputar a eleição para prefeitura da cidade de São Paulo (SP). O PL pode apoiar Ricardo Nunes (MDB), atual prefeito da capital paulista. 

Na rede social X, antigo Twitter, as críticas a Ricardo Salles chegaram à seção Assuntos do Momento. O perfil Esquerda Libre postou: "Ricardo Salles comparou jumentos a petistas. Ricardo Salles quer ser prefeito da cidade de São Paulo, que deu 53,5% dos votos válidos para Lula. São Paulo vai permitir que ele seja prefeito, mesmo ofendendo a maioria dos eleitores da cidade?? Salles não!".

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Ao escrever "jumentos", o Esquerda Libre fez referência à declaração do ex-ministro, que resolveu comparar jumentos a políticos e a eleitores do PT, no último sábado (25), em visita ao Ceará. "Aqui em Jeri, petistas que fizeram o L estão tristes, decepcionados, desanimados mesmo...", afirmou Salles em postagem no Instagram.

Outro internauta afirmou: "o desmatamento no bioma da Mata Atlântica caiu 59% e oito meses do ano, graças ao intenso trabalho do Governo Lula e à gestão de Marina Silva. É o mérito de quem trabalha! Quanto a Bolsonaro e seu ex-ministro Ricardo Salles, resta a pecha de criminosos ambientais!". 

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Ao colocar o percentual, o perfil fez referência ao boletim do Sistema de Alertas de Desmatamento, parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica, a Arcplan e o MapBiomas. Os números apontaram que o desmatamento na Mata Atlântica caiu 59% de janeiro a agosto deste ano em comparação com o mesmo período de 2022. 

As críticas ao deputado aumentaram a partir de 2020. Naquele ano, o então ministro do Meio Ambiente participou de uma reunião ministerial do dia 22 de abril, quando pediu que o governo Bolsonaro aproveitasse a atenção da imprensa voltada à pandemia do coronavírus para aprovar "reformas infralegais de desregulamentação e simplificação" na área do meio ambiente e "ir passando a boiada".

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