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Internautas repudiam fala racista de empresário contra Maju Coutinho e Thelma Assis

O empresário Rodrigo Branco, que fez um pronunciamento racista contra a apresentadora e jornalista Maju Coutinho e a participante do BBB20 Thelma. Em live Instagram, ele disse que “torcer por Thelma é racismo”. “É a mesma coisa que falo da Maju Coutinho. Ela é péssima, é horrível. Eu assisti hoje e ela fala tudo errado. Ela só está lá por causa da cor”, disse

Internautas repudiam fala racista de empresário contra Maju Coutinho e Thelma Assis (Foto: Reprodução)

247 - Internautas ficaram revoltados com o empresário Rodrigo Branco, que fez um pronunciamento racista contra a apresentadora e jornalista Maju Coutinho e a participante do BBB20 Thelma. Em live Instagram, ele disse que “torcer por Thelma é racismo” e que sua torcida existe apenas porque “ela é negra coitada”.

“É a mesma coisa que falo da Maju Coutinho. Ela é péssima, é horrível. Eu assisti hoje e ela fala tudo errado. Ela só está lá por causa da cor”, disse. “Ela não tem uma carreira, ela nunca foi repórter de campo, ela fala tudo errado e eu como diretor de TV, vou te falar, ela lê o TP errado”.

Os internautas não perdoram o empresário.

 

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No dia da mentira, tabu para a família de Sangò e para a natureza Ogodô incorporada em mim, quero resgatar os valores ancestrais. A justiça moderna é mero engodo de autoridade branco colonial cristã que implica em penitências e penitenciárias, esquecendo- se das premissas dos navios negreiros transportarem apenas as comunidades negras. Pra epistemologias bantus os crimes nunca seriam individuais e nem a repercussão isolada, segundo reconhece Fu Kiau. Aqui, a seletividade racial, o etiquetamento e as políticas de inimizade, são impeditivos de punição cabível pra os racistas, e, portanto, inalcancam os brancos responsáveis pelo sistema neocolonialista; impõem à eles defesas, negociatas sem antecedentes e com residência fixa no Norte global, depois, pede desculpas antes que a sentença seja a retratação, ora se não foi apenas brincadeira de Brankkko?! Vejamos que os lgbtfóbicos, agressores de mulheres, estupradores e ladrões flagranteados, são logo interceptados por raça e criminalização, mediante o poder branco de impunidade conforme aplica-se ao Rodrigo Branco. A raça informa a classe a ser dispensada ali mesmo, a classe informa a conta do Brankko que bloqueia o Instagram pra a gente não lincha-lo moralmente pelo seu crime, frustrando a tentativa ética de fazermos justiça com a nossas próprias mãos. Mas a Lei Maria da Penha tem a redistribuição punitiva, porque independentemente da raça todos homens podem ser agressores, mas, sobremaneira os negros sofrem flagrantes operados pelo racismo. Já na Lei Caó a punição alcança o porteiro representante fardado do racista, autorizado à discriminar; pune o internauta preto que nos chamou de macaca, abate o traficante e usuário sentenciados pelo racismo comandado por dirigente branco, inimputável no delito e materialidade estruturais. Na justiça penal, infelizmente o crime de racismo não realiza a barbárie de privar a liberdade dos racistas, quem sofre sanções somos nós, em virtude do racismo nos empurrar ilícitos ou fazer de nós reprodutores de injúrias. O autodano do usuário calha na suposta Guerra às drogas usando do racismo o pano de fundo pra criminalizar. Racista nem "passa" por audiência, eu não assisti uma.

Uma publicação compartilhada por Carla Akotirene Santos (@carlaakotirene) em