Janio: com Levy, Dilma deixa de ser atacada na economia

Avaliação é do jornalista Janio de Freitas, que afirma, em artigo intitulado "Dias melhores virão", que o feito é um "grande lucro" para a presidente, que "não soube defender o seu governo, nem a si mesma e, muito menos, o atacado gasto governamental"

Avaliação é do jornalista Janio de Freitas, que afirma, em artigo intitulado "Dias melhores virão", que o feito é um "grande lucro" para a presidente, que "não soube defender o seu governo, nem a si mesma e, muito menos, o atacado gasto governamental"
Avaliação é do jornalista Janio de Freitas, que afirma, em artigo intitulado "Dias melhores virão", que o feito é um "grande lucro" para a presidente, que "não soube defender o seu governo, nem a si mesma e, muito menos, o atacado gasto governamental" (Foto: Gisele Federicce)
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247 – Em um artigo intitulado "Dias melhores virão", o jornalista Janio de Freitas aposta que, com a escolha de Joaquim Levy para o ministério da Fazenda, a presidente Dilma Rousseff, "a menos que queira palpitar, deixa de ser atacada em razão da política econômica, porque fazê-lo atingiria também Levy e seus parceiros. Para Dilma, é um lucro muito grande".

O colunista ressalta que "uma equipe econômica aliada e alinhada prioritariamente com os interesses do capital desfruta de habeas corpus", e lembra de nomes como Maílson da Nóbrega, que levou a inflação e 84% ao mês, e Pedro Malan, que deixaram o governo sem serem criticados com números muito piores que os atuais.

Para Janio, "não fazem sentido" as "previsões negativas que repetem a jornalistas o presidente do Banco Central, os futuros ministros da Fazenda e do Planejamento, e seus companheiros nas teses de governo pró-'mercado'". Janio diz que quando lê "um título negativo como 'Sete milhões passam fome no país'", prefere saber que, "por baixo dele, diz-se que em dez anos caiu de 6,9% para 3,2% o número de famílias com 'insegurança alimentar grave'". Leia aqui.

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