Janio compara acusações de Aécio ao ‘propinoduto’

Colunista Janio de Freitas questiona atitude do presidenciável do PSDB Aécio Neves de dizer que a presidente Dilma Rousseff é cumplice de novo escândalo denunciado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa; ele lembra o caso do propinoduto envolvendo gestões tucanas em SP: “A corrupção no governo de São Paulo, envolvendo negócios de metrô e trens, aconteceu nas salas mais próximas do gabinete de mais de um governador”

Colunista Janio de Freitas questiona atitude do presidenciável do PSDB Aécio Neves de dizer que a presidente Dilma Rousseff é cumplice de novo escândalo denunciado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa; ele lembra o caso do propinoduto envolvendo gestões tucanas em SP: “A corrupção no governo de São Paulo, envolvendo negócios de metrô e trens, aconteceu nas salas mais próximas do gabinete de mais de um governador”
Colunista Janio de Freitas questiona atitude do presidenciável do PSDB Aécio Neves de dizer que a presidente Dilma Rousseff é cumplice de novo escândalo denunciado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa; ele lembra o caso do propinoduto envolvendo gestões tucanas em SP: “A corrupção no governo de São Paulo, envolvendo negócios de metrô e trens, aconteceu nas salas mais próximas do gabinete de mais de um governador” (Foto: Roberta Namour)

247 – O colunista Janio de Freitas minimiza o valor das declarações do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso na Operação Lava Jato da Policia Federal. Segundo ele, o autor da delação premiada não pode ser, em tal circunstância, portador de credibilidade absoluta.

Sob esse argumento, Janio questiona atitude do presidenciável do PSDB Aécio Neves de dizer que a presidente Dilma Rousseff é cumplice do novo escândalo. Ele lembra o caso do propinoduto envolvendo gestões tucanas em SP:

“A corrupção no governo de São Paulo, envolvendo negócios de metrô e trens, aconteceu nas salas mais próximas do gabinete de mais de um governador. Entre eles, para dar um exemplo, Mário Covas. E daí? Nunca ouvi alguém ao menos admitir que Mário Covas soubesse daquela demorada corrupção por ser o governador quando, no ambiente do seu gabinete, pessoas da sua confiança a traíam, em negociatas. E se alguém insinuar algo semelhante de Mário Covas, sem dúvida é um tipo abjeto. Não sei se também aos olhos de Aécio Neves”, disse (leia mais).

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