Janio de Freitas: com Temer e Trump, não existe Feliz 2017

Desejar Feliz 2017, com Michel Temer no Brasil, e Donald Trump, nos Estados Unidos, seria uma extravagância, diz o colunista Janio de Freitas; o máximo que se pode desejar, diz ele, é "sorte"

Desejar Feliz 2017, com Michel Temer no Brasil, e Donald Trump, nos Estados Unidos, seria uma extravagância, diz o colunista Janio de Freitas; o máximo que se pode desejar, diz ele, é "sorte"
Desejar Feliz 2017, com Michel Temer no Brasil, e Donald Trump, nos Estados Unidos, seria uma extravagância, diz o colunista Janio de Freitas; o máximo que se pode desejar, diz ele, é "sorte" (Foto: Leonardo Attuch)

247 – Desejar Feliz 2017, com Michel Temer no Brasil, e Donald Trump, nos Estados Unidos, seria uma extravagância, diz o colunista Janio de Freitas.

"Michel Temer e Donald Trump são sócios em uma excentricidade que nos onera com alcance, pode-se dizer, unânime. A voz geral é o pessimismo sobre o 2017 com Temer e seu grupo de aturdidos e corruptos. A essa desesperança convicta Trump anexa uma inquietação medrosa do quanto pode piorar as desgraças do mundo, entre as quais a nossa", afirma.

"Nesse encontro do passado perdido com o não futuro, desejar 'feliz 2017' é uma extravagância cômica. Ou sádica. Haveria alternativas adequadas. 'Salve-se'. 'Cuidado com 2017'. E a minha preferida: 'Sorte'. Neste país, só duas coisas levam adiante: ou ter sorte ou não ter caráter. No primeiro caso, o mérito é um coadjuvante, mas não indispensável. No segundo, isso não interessa."

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