Janio: Temer é um camelô que vende o Brasil, mesmo rejeitado por 94%

Num contundente artigo, o colunista Janio de Freitas aponta como é aberrante o governo de Michel Temer, que, mesmo rejeitado por 94% dos brasileiros e sem nenhuma legitimidade, se propõe a vender na bacia das almas as riquezas nacionais; "Governo em que 94 a cada 100 brasileiros não confiam nem deveria existir: é um dejeto institucional", afirma

Num contundente artigo, o colunista Janio de Freitas aponta como é aberrante o governo de Michel Temer, que, mesmo rejeitado por 94% dos brasileiros e sem nenhuma legitimidade, se propõe a vender na bacia das almas as riquezas nacionais; "Governo em que 94 a cada 100 brasileiros não confiam nem deveria existir: é um dejeto institucional", afirma
Num contundente artigo, o colunista Janio de Freitas aponta como é aberrante o governo de Michel Temer, que, mesmo rejeitado por 94% dos brasileiros e sem nenhuma legitimidade, se propõe a vender na bacia das almas as riquezas nacionais; "Governo em que 94 a cada 100 brasileiros não confiam nem deveria existir: é um dejeto institucional", afirma (Foto: Leonardo Attuch)

247 – Num contundente artigo, o colunista Janio de Freitas aponta como é aberrante o governo de Michel Temer, que, mesmo rejeitado por 94% dos brasileiros e sem nenhuma legitimidade, se propõe a vender na bacia das almas as riquezas nacionais.

"É humilhante, com sua correspondência a 94% da população, a falta de autoridade deste governo para fazer transações com bens da nação. Mesmo com os mais insignificantes, quanto mais com empresas e utilidades nacionais do porte essencial de uma Eletrobras –a maior empresa de geração de energia da América Latina. Governo em que 94 a cada 100 brasileiros não confiam nem deveria existir: é um dejeto institucional", diz ele.

"Além da autoridade, falta legitimidade ao governo para transformar-se em banqueta de comércio. A afinidade com a camelotagem que, em grande parte, explora o roubo de cargas, é bem perceptível. A legitimidade, no caso, só poderia vir da representatividade concedida. O denunciado Temer não a recebeu. Não chegou a vice-presidente por votação própria, mas a reboque. De uma candidata e dos votos dados a ela e ao programa escolhido pela maioria do eleitorado. Pacote de privatizações compunha o programa repelido com Aécio Neves, mesmo quando este era dado como bom moço. O salvo-conduto que a vice poderia dar, havendo posse como titular, não tem mais validade porque o denunciado Michel Temer adulterou-o. Como à própria Presidência da República, a votações do seu interesse pessoal na Câmara e à probidade exigida do cargo."

 

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