Juca Kfouri enquadra Villa, o "professor de histeria" da Joven Pan

Juca Kfouri, colunista de futebol do UOL, enquadrou Marco Antônio Villa, comentarista de política da rádio Jovem Pan, a quem definiu como "Professor de Histeria"; para Kfouri, o comentarista da Jovem Pan é "leviano e covarde", ao não corrigir informações inverídicas publicadas em texto contra Kfouri

Juca Kfouri, colunista de futebol do UOL, enquadrou Marco Antônio Villa, comentarista de política da rádio Jovem Pan, a quem definiu como "Professor de Histeria"; para Kfouri, o comentarista da Jovem Pan é "leviano e covarde", ao não corrigir informações inverídicas publicadas em texto contra Kfouri
Juca Kfouri, colunista de futebol do UOL, enquadrou Marco Antônio Villa, comentarista de política da rádio Jovem Pan, a quem definiu como "Professor de Histeria"; para Kfouri, o comentarista da Jovem Pan é "leviano e covarde", ao não corrigir informações inverídicas publicadas em texto contra Kfouri (Foto: Charles Nisz)

247 - Juca Kfouri, colunista do UOL, enquadrou o professor de História e colunista de política da rádio Jovem Pan. Kfouri definiu Villa como "professor de Histeria", por conta de mentiras divulgadas a respeito do colunista esportivo depois de Kfouri ter entrevistado o ex-presidente Lula juntamente com José Trajano e Antero Greco, também jornalistas esportivos. Para Kfouri, o forte de Villa é "xingar e desinformar".

Confira o texto de Kfouri na íntegra:

Existe em São Paulo um professor de Histeria chamado Marco Antônio Villa.

Metralhadora giratória, vive mais de adjetivos do que de conteúdo.

Dia desses, na sexta-feira passada, mentiu a meu respeito, porque seu forte é xingar e desinformar.

Para seu azar, depois que negou, a um conhecido comum, informar seu telefone para que eu pudesse lhe dar a informação correta, o encontrei na rua no último domingo.

Pedi, educadamente como não é do feitio dele, que pesquisasse a calúnia que havia cometido e a corrigisse.

Ele ficou tão atemorizado que sorriu sem graça, gaguejou e tentou minimizar a ofensa ao dizer que seu erro “não tinha importância”.

Insisti, com firmeza, mas ainda com delicadeza, que para mim era importante e que gostaria de ouvir a correção.

E despedi-me dele e da senhora que o acompanhava na Avenida Angélica.

Passadas mais de 48 horas, o vilão não se manifestou.

Corajoso à distância, revelou mais uma vez o que é: leviano e covarde.

Mas, tudo bem.

Vê-lo atemorizado como um cordeiro bastou

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247