Kennedy: articulação política do governo tomou um baile

"O que aconteceu ontem mostra a capacidade do líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros, de criar problemas", avalia o colunista Kennedy Alencar sobre a derrota da reforma trabalhista de Michel Temer na Comissão de Assuntos Sociais do Senaso; "Politicamente, há um sangramento na base de apoio do governo no Congresso", diz o jornalista; "Se os obstáculos aumentaram em relação à trabalhista, outra reforma mais complicada, a da Previdência, fica em situação ainda mais difícil", avisa Kennedy

"O que aconteceu ontem mostra a capacidade do líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros, de criar problemas", avalia o colunista Kennedy Alencar sobre a derrota da reforma trabalhista de Michel Temer na Comissão de Assuntos Sociais do Senaso; "Politicamente, há um sangramento na base de apoio do governo no Congresso", diz o jornalista; "Se os obstáculos aumentaram em relação à trabalhista, outra reforma mais complicada, a da Previdência, fica em situação ainda mais difícil", avisa Kennedy
"O que aconteceu ontem mostra a capacidade do líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros, de criar problemas", avalia o colunista Kennedy Alencar sobre a derrota da reforma trabalhista de Michel Temer na Comissão de Assuntos Sociais do Senaso; "Politicamente, há um sangramento na base de apoio do governo no Congresso", diz o jornalista; "Se os obstáculos aumentaram em relação à trabalhista, outra reforma mais complicada, a da Previdência, fica em situação ainda mais difícil", avisa Kennedy (Foto: Aquiles Lins)

247 - O jornalista Kennedy Alencar avaliou nesta quarta-feira, 21, que a rejeição da reforma trabalhista na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado prova que a articulação política do governo de Michel Temer não consegue mais se manter. 

"A articulação política do governo tomou um baile. No Senado, o governo Temer sempre teve uma base mais sólida, mas o que aconteceu ontem mostra a capacidade do líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros, de criar problemas. Reflete ainda insatisfação de segmentos do PSDB com a decisão da semana passada de não romper com Temer. O senador Eduardo Amorim (PSDB-SE) votou contra, entre outros motivos, porque o PSDB decidiu ficar com Temer. Politicamente, há um sangramento na base de apoio do governo no Congresso", diz o jornalista. 

Kennedy acredita que a reforma trabalhista ainda não morreu, porque, em tese Temer ainda teria condições de reunir maioria no Plenário do Senado para aprovar a matéria.

"Mas a derrota mostra que as dificuldades cresceram. Se os obstáculos aumentaram em relação à trabalhista, outra reforma mais complicada, a da Previdência, fica em situação ainda mais difícil. A reforma da Previdência sofre mais resistência no Congresso e exige maior número de deputados e senadores para aprovação. O tropeço na reforma trabalhista aumenta a incerteza econômica", diz o colunista. 

Leia na íntegra a análise de Kennedy Alencar. 

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