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Kennedy: derrotas freiam poder de Cunha na Câmara

Colunista Kennedy Alencar cita a rejeição ao distritão e à medida que oficializava a regra do financiamento privado das campanhas: “A Câmara estabeleceu limites ao poder de Cunha, que assustou a Casa ao destituir o relator da reforma política na comissão especial, Marcelo Castro (PMDB-PI)”

Colunista Kennedy Alencar cita a rejeição ao distritão e à medida que oficializava a regra do financiamento privado das campanhas: “A Câmara estabeleceu limites ao poder de Cunha, que assustou a Casa ao destituir o relator da reforma política na comissão especial, Marcelo Castro (PMDB-PI)” (Foto: Roberta Namour)

247 – Para o colunista Kennedy Alencar, a Câmara estabeleceu limites ao poder do presidente Eduardo Cunha (RJ), que assustou a Casa ao destituir o relator da reforma política na comissão especial, Marcelo Castro (PMDB-PI).

“A decisão de Cunha foi vista como uma tentativa de atropelar críticos na Câmara e viabilizar, na sequência, a emenda constitucional que permitiria a sua reeleição para o comando da Casa dentro da atual legislatura. Os deputados impuseram um freio à forma como o peemedebista exerce o poder no Parlamento”, disse.

Ele citou a rejeição ao distritão e à medida que oficializava a regra do financiamento privado das campanhas.

Kennedy alerta que, agora, haverá pressão política sobre o ministro do STF Gilmar Mendes para que ele devolva ao plenário o processo para a votação final da proibição de doações eleitorais de empresas. “Essa decisão já tem maioria no tribunal, mas está sem efeito devido ao pedido de vista de Mendes, que já dura mais de um ano”, lembra (leia mais).