Kennedy: Lula ministro deverá mudar rumos da economia

Colunista Kennedy Alencar afirmou nesta terça-feira, 15, que a entrada dos ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro no governo da presidente Dilma Rousseff deve estar aliada à mudanças na política econômica do governo; "Lula é uma personalidade política muito maior do que a presidente. A entrada no governo não se resumirá ao comando de uma batalha a fim de tentar impedir o impeachment. Deverá mudar os rumos da administração dilmista, sobretudo na economia", afirma

Colunista Kennedy Alencar afirmou nesta terça-feira, 15, que a entrada dos ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro no governo da presidente Dilma Rousseff deve estar aliada à mudanças na política econômica do governo; "Lula é uma personalidade política muito maior do que a presidente. A entrada no governo não se resumirá ao comando de uma batalha a fim de tentar impedir o impeachment. Deverá mudar os rumos da administração dilmista, sobretudo na economia", afirma
Colunista Kennedy Alencar afirmou nesta terça-feira, 15, que a entrada dos ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro no governo da presidente Dilma Rousseff deve estar aliada à mudanças na política econômica do governo; "Lula é uma personalidade política muito maior do que a presidente. A entrada no governo não se resumirá ao comando de uma batalha a fim de tentar impedir o impeachment. Deverá mudar os rumos da administração dilmista, sobretudo na economia", afirma (Foto: Aquiles Lins)

247 - O jornalista Kennedy Alencar afirmou nesta terça-feira, 15, que a entrada dos ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro no governo da presidente Dilma Rousseff deve estar aliada à mudanças na política econômica do governo. 

"Seria um tiro n'água Lula entrar no ministério sozinho, sem trazer para a Fazenda alguém com credibilidade perante o mercado e ainda aplicar a receita econômica que o PT anda defendendo publicamente. Seria a receita do fracasso", afirmou. 

"Lula é uma personalidade política muito maior do que a presidente. A entrada no governo não se resumirá ao comando de uma batalha a fim de tentar impedir o impeachment. Deverá mudar os rumos da administração dilmista, sobretudo na economia", acrescenta Kennedy.

Segundo o colunista, auxiliares da presidente dizem que ela está realmente disposta a ceder poder ao ex-presidente porque chegou à seguinte conclusão: "ou o entrega a Lula ou terá de entregá-lo ao vice-presidente da República, Michel Temer, porque é real a possibilidade de o pedido de impeachment ser aprovado na Câmara".

Leia na íntegra o comentário de Kennedy Alencar.

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