Kennedy: para Planalto e Congresso, reação da Lava Jato foi autoritária

O jornalista Kennedy Alencar afirma que "o Palácio do Planalto e a cúpula do Congresso ficaram surpresos com a entrevista dos procuradores da Lava Jato em reação ao projeto anticorrupção aprovado nesta madrugada pela Câmara"; para o governo e a alta direção do Congresso, segundo Alencar, os procuradores da Lava Jato usaram "um tom autoritário e não aceitaram a derrota na Câmara"; o Planalto avaliou que "há uma tentativa de emparedar Temer, com pressão para que ele vete parte do projeto se ele for aprovado pelo Senado", complementa o jornalista

O procurador da República Deltan Dallagnol, que integra o núcleo da Operação Lava Jato, participa de lançamento, no Rio, do projeto 10 Medidas Contra a Corrupção, do MPF (Vladimir Platonow/Repórter da Agência Brasil)
O procurador da República Deltan Dallagnol, que integra o núcleo da Operação Lava Jato, participa de lançamento, no Rio, do projeto 10 Medidas Contra a Corrupção, do MPF (Vladimir Platonow/Repórter da Agência Brasil) (Foto: Valter Lima)

247 - O jornalista Kennedy Alencar afirma que "o Palácio do Planalto e a cúpula do Congresso ficaram surpresos com a entrevista dos procuradores da Lava Jato em reação ao projeto anticorrupção aprovado nesta madrugada pela Câmara". Para o governo e a alta direção do Congresso, segundo Alencar, os procuradores da Lava Jato usaram "um tom autoritário e não aceitaram a derrota na Câmara".

O jornalista relata que "nas palavras de um senador, o procurador Deltan Dallagnol, coordenador do Ministério Público na força-tarefa da Lava Jato, fez chantagem com dois poderes _Executivo e Legislativo".

Para o Planalto, "há uma tentativa de emparedar Temer, com pressão para que ele vete parte do projeto se ele for aprovado pelo Senado", complementa o jornalista.

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