Kennedy: parlamentarismo sem consulta popular é golpe

Jornalista diz ser "preciso deixar claro" que semipresidencialismo, sistema defendido por Michel Temer e Gilmar Mendes, "é um eufemismo para parlamentarismo. A ideia é diminuir a autoridade do presidente e aumentar o poder do Congresso Nacional"; "No atual quadro partidário brasileiro, seria piorar o que já está ruim", diz ele; Kennedy também defende que "a venda da Eletrobras precisa ser justificada"

Jornalista diz ser "preciso deixar claro" que semipresidencialismo, sistema defendido por Michel Temer e Gilmar Mendes, "é um eufemismo para parlamentarismo. A ideia é diminuir a autoridade do presidente e aumentar o poder do Congresso Nacional"; "No atual quadro partidário brasileiro, seria piorar o que já está ruim", diz ele; Kennedy também defende que "a venda da Eletrobras precisa ser justificada"
Jornalista diz ser "preciso deixar claro" que semipresidencialismo, sistema defendido por Michel Temer e Gilmar Mendes, "é um eufemismo para parlamentarismo. A ideia é diminuir a autoridade do presidente e aumentar o poder do Congresso Nacional"; "No atual quadro partidário brasileiro, seria piorar o que já está ruim", diz ele; Kennedy também defende que "a venda da Eletrobras precisa ser justificada" (Foto: Gisele Federicce)

247 – O jornalista Kennedy Alencar alerta para o fato de que "instituir o semipresidencialismo ou o parlamentarismo sem consulta popular seria golpe" (leia aqui).

"Muitos políticos sem voto para vencer a eleição presidencial pregam o parlamentarismo. Esse golpismo, que, no fundo, é o desrespeito ao resultado eleitoral, tem feito mais mal ao país, como mostra a história brasileira", diz ele sobre o sistema defendido por Michel Temer, Gilmar Mendes e fortemente pelo PSDB, que perdeu as últimas quatro eleições presidenciais.

Para Kennedy, é "preciso deixar claro" que semipresidencialismo "é um eufemismo para parlamentarismo. A ideia é diminuir a autoridade do presidente e aumentar o poder do Congresso Nacional". "No atual quadro partidário brasileiro, seria piorar o que já está ruim", afirma.

O colunista também avalia que "a privatização da Eletrobras pode ser boa e até necessária", mas que "o governo precisa apresentar um plano que justifique a privatização do ponto de vista da melhoria da segurança elétrica do país e do impacto no bolso dos consumidores". "Privatizar só para fazer caixa e pagar despesas correntes é um erro", diz.

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