Kennedy: TSE dá fôlego a Temer para enfrentar Janot e reforça tese do golpe

Jornalista Kennedy Alencar acredita que Michel Temer possa obter os votos necessários na Câmara para barrar a denúncia que será apresentada em breve pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, mas que "será necessário averiguar o grau de octanagem das acusações que Janot pretende levar ao STF, a fim de aferir a capacidade de reação do presidente"; para ele, a decisão "também reforça a tese de que o impeachment foi um golpe parlamentar"

Jornalista Kennedy Alencar acredita que Michel Temer possa obter os votos necessários na Câmara para barrar a denúncia que será apresentada em breve pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, mas que "será necessário averiguar o grau de octanagem das acusações que Janot pretende levar ao STF, a fim de aferir a capacidade de reação do presidente"; para ele, a decisão "também reforça a tese de que o impeachment foi um golpe parlamentar"
Jornalista Kennedy Alencar acredita que Michel Temer possa obter os votos necessários na Câmara para barrar a denúncia que será apresentada em breve pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, mas que "será necessário averiguar o grau de octanagem das acusações que Janot pretende levar ao STF, a fim de aferir a capacidade de reação do presidente"; para ele, a decisão "também reforça a tese de que o impeachment foi um golpe parlamentar" (Foto: Gisele Federicce)

247 - A vitória no Tribunal Superior Eleitoral "dá fôlego" a Michel Temer "para enfrentar outra batalha": a denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que tende a ser apresentada em breve, e também o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, avalia Kennedy Alencar.

O jornalista acredita que Temer possa obter os votos necessários na Câmara para barrar a denúncia (para que o STF dê prosseguimento à eventual denúncia, dois terços da Câmara precisam autorizar), mas que "será necessário averiguar o grau de octanagem das acusações que Janot pretende levar ao STF, a fim de aferir a capacidade de reação do presidente".

Ele destaca ainda que "a decisão da Justiça Eleitoral também complica o discurso do PSDB para desembarcar do governo" e avalia que "o PT e a ex-presidente Dilma Rousseff obtém uma vitória menor, mas importante para a narrativa de que o TSE agiu com dois pesos e duas medidas em relação a ela e a Temer. Também reforça a tese de que o impeachment foi um golpe parlamentar".

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