Kotscho: o medo venceu a esperança

"Em 2018, já está claro que o medo vai dominar a campanha eleitoral. É isto que está por trás da intervenção militar no Rio de Janeiro e da criação extemporânea de um Ministério da Segurança Pública. São operações do marketing do desespero deste governo e de setores da mídia carioca, em que o combate à criminalidade é apenas uma forma de disseminar o medo para colher votos e assustar ainda mais o eleitorado", diz o jornalista Ricardo Kotscho

"Em 2018, já está claro que o medo vai dominar a campanha eleitoral. É isto que está por trás da intervenção militar no Rio de Janeiro e da criação extemporânea de um Ministério da Segurança Pública. São operações do marketing do desespero deste governo e de setores da mídia carioca, em que o combate à criminalidade é apenas uma forma de disseminar o medo para colher votos e assustar ainda mais o eleitorado", diz o jornalista Ricardo Kotscho
"Em 2018, já está claro que o medo vai dominar a campanha eleitoral. É isto que está por trás da intervenção militar no Rio de Janeiro e da criação extemporânea de um Ministério da Segurança Pública. São operações do marketing do desespero deste governo e de setores da mídia carioca, em que o combate à criminalidade é apenas uma forma de disseminar o medo para colher votos e assustar ainda mais o eleitorado", diz o jornalista Ricardo Kotscho (Foto: Leonardo Lucena)

247 - "Qualquer que seja o resultado da eleição presidencial de 2018 sabemos que o país continuará rachado ao meio. Atribuir isso a um lado ou outro não resolverá nossos problemas nem fará cessar nossas aflições. De nada adianta fulanizar a responsabilidade pela maior crise da nossa história recente", escreve o jornalista Ricardo Kotscho.

O blogueiro afirma que "nenhum dos nomes até agora incluídos na lista de candidatos tem condições de unir novamente este povo em torno de um projeto comum". "Esta é a grande encruzilhada à nossa frente, apenas três décadas após a redemocratização do país. Nossa jovem e frágil democracia está ameaçada", diz. "Agora, neste começo de 2018, tão pouco tempo depois, sou obrigado a reconhecer que o medo venceu a esperança. Não me refiro ao medo imposto pela violência da bandidagem, mas ao medo do futuro, pela absoluta falta de perspectivas de mudança no cenário", acrescenta.

Segundo o jornalista, "esperança e medo são os dois sentimentos mais fortes manipulados em eleições desde sempre". "Em 2018, já está claro que o medo vai dominar a campanha eleitoral. É isto que está por trás da intervenção militar no Rio de Janeiro e da criação extemporânea de um Ministério da Segurança Pública. São operações do marketing do desespero deste governo e de setores da mídia carioca, em que o combate à criminalidade é apenas uma forma de disseminar o medo para colher votos e assustar ainda mais o eleitorado"

Leia a íntegra no Balaio do Kotscho

 

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