Kotscho: tragédia da Chape provoca onda de solidariedade

Jornalista Ricardo Kotscho destacou nesta quinta-feira, 1º, a onda de solidariedade que tomou conta do Brasil e da Colômbia depois da tragédia que se abateu sobre o time do Chapecoense, com a queda do avião que levava os jogadores para a final da Copa Sulamericana; "44 mil torcedores do Atlético Nacional, vestidos de branco e segurando velas brancas, cantando e chorando entoaram o grito de guerra do adversário: 'Vamos, vamos, vamos Chape'. Havia outro tanto de gente do lado de fora do estádio que não conseguiu entrar. A cidade toda parou", relata ele , sobre a homenagem ocorrida em Medelín

Jornalista Ricardo Kotscho destacou nesta quinta-feira, 1º, a onda de solidariedade que tomou conta do Brasil e da Colômbia depois da tragédia que se abateu sobre o time do Chapecoense, com a queda do avião que levava os jogadores para a final da Copa Sulamericana; "44 mil torcedores do Atlético Nacional, vestidos de branco e segurando velas brancas, cantando e chorando entoaram o grito de guerra do adversário: 'Vamos, vamos, vamos Chape'. Havia outro tanto de gente do lado de fora do estádio que não conseguiu entrar. A cidade toda parou", relata ele , sobre a homenagem ocorrida em Medelín
Jornalista Ricardo Kotscho destacou nesta quinta-feira, 1º, a onda de solidariedade que tomou conta do Brasil e da Colômbia depois da tragédia que se abateu sobre o time do Chapecoense, com a queda do avião que levava os jogadores para a final da Copa Sulamericana; "44 mil torcedores do Atlético Nacional, vestidos de branco e segurando velas brancas, cantando e chorando entoaram o grito de guerra do adversário: 'Vamos, vamos, vamos Chape'. Havia outro tanto de gente do lado de fora do estádio que não conseguiu entrar. A cidade toda parou", relata ele , sobre a homenagem ocorrida em Medelín (Foto: Aquiles Lins)

247 - O jornalista Ricardo Kotscho destacou nesta quinta-feira, 1º, a onda de solidariedade que tomou conta do País depois da tragédia que se abateu sobre o time do Chapecoense, com a queda do avião que levava os jogadores para a final da Copa Sulamericana, em Medelín, na Colômbia.

"E foi em Medellin que vimos na noite desta quarta-feira a mais comovente celebração em homenagem aos mortos. Nas arquibancadas lotadas do estádio Atanásio Girardot, palco do que deveria ser o primeiro jogo das finais da Copa Sul-Americana, no mesmo horário, 44 mil torcedores do Atlético Nacional, vestidos de branco e segurando velas brancas, cantando e chorando entoaram o grito de guerra do adversário: "Vamos, vamos, vamos Chape". Havia outro tanto de gente do lado de fora do estádio que não conseguiu entrar. A cidade toda parou", relata. 

"Que bom seria se estas cenas servissem de lição para os fanáticos que ainda se matam não só por causa de futebol, mas por ideologias, disputas econômicas ou religiosas, cobiça e intolerância, em todas as latitudes, sem ser preciso que aconteçam outras tragédias", disse Kotscho.

O jornalista lembra que na mesma semana em que o Brasil foi abalado pela tragédia na Colômbia, o país afundava numa crise política, econômica, moral e, agora também institucional, sem precedentes.

"Apesar de tudo, continuamos humanos, ainda capazes de demonstrar compaixão e dividir com os outros o sofrimento de uma grande nação chamada futebol."

Leia na íntegra o artigo no Balaio do Kotscho.

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