Kotscho: “vitória de Maia retrata falência do sistema político”

Para o jornalista Ricardo Kotscho, "a virtual reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da Câmara, praticamente assegurada, com o apoio do governo e da oposição, é o retrato perfeito da falência do sistema político-partidário implantado pela Constituição de 1988"; segundo ele, "no pior Congresso Nacional da nossa história, não há mais lideranças partidárias fortes e respeitadas, que disputavam a hegemonia pau a pau com base em programas antagônicos e projetos nacionais"

Para o jornalista Ricardo Kotscho, "a virtual reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da Câmara, praticamente assegurada, com o apoio do governo e da oposição, é o retrato perfeito da falência do sistema político-partidário implantado pela Constituição de 1988"; segundo ele, "no pior Congresso Nacional da nossa história, não há mais lideranças partidárias fortes e respeitadas, que disputavam a hegemonia pau a pau com base em programas antagônicos e projetos nacionais"
Para o jornalista Ricardo Kotscho, "a virtual reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da Câmara, praticamente assegurada, com o apoio do governo e da oposição, é o retrato perfeito da falência do sistema político-partidário implantado pela Constituição de 1988"; segundo ele, "no pior Congresso Nacional da nossa história, não há mais lideranças partidárias fortes e respeitadas, que disputavam a hegemonia pau a pau com base em programas antagônicos e projetos nacionais" (Foto: Paulo Emílio)
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247 - Para o jornalista Ricardo Kotscho, "a virtual reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da Câmara, praticamente assegurada, com o apoio do governo e da oposição, é o retrato perfeito da falência do sistema político-partidário implantado pela Constituição de 1988".

Segundo ele, "no pior Congresso Nacional da nossa história, não há mais lideranças partidárias fortes e respeitadas, que disputavam a hegemonia pau a pau com base em programas antagônicos e projetos nacionais".

Em sua avaliação, "o que sobrou é só uma disputa de interesses pessoais no varejão de cargos e verbas para garantir a própria sobrevivência nas próximas eleições". Kotscho avalia, ainda, "que poucas eleições atrás, quase desapareceu do mapa o DEM de Maia, nome de fantasia do antigo PFL de ACM e Jorge Bornhausen, que nasceu de uma costela da Arena dos militares e se tornou força auxiliar do PSDB, mas hoje é apoiado até por uma ala do que sobrou do PT", dispara.

Nesta linha, ele observa que uma nova expressão desta geleia geral partidária é o PSD de Gilberto Kassab, que chegou a lançar um deputado do partido, Rogério Rosso (PSD-DF), para disputar a presidência da Câmara e "que não conseguiu o apoio nem da própria bancada, também fechada com Maia".

"Nesta pobreza de opções, só a Justiça poderá evitar a vitória de Rodrigo Maia, pois o STF ainda vai julgar a ação impetrada por André Figueiredo alegando que a Constituição impede a reeleição do presidente da Câmara na mesma legislatura", finaliza.

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