Lava Jato atuou como milícia, diz Janio de Freitas

Colunista diz que a procuradora Carolina Resende, que queria "atingir a cabeça de Lula", falou no "melhor vernáculo miliciano"

Procuradora Carolina Rezende e o ex-presidente Lula
Procuradora Carolina Rezende e o ex-presidente Lula (Foto: Wilson Dias/ABr | Felipe L. Gonçalves/Brasil247)
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247 - O colunista Janio de Freitas aponta, em sua coluna deste domingo, que a Lava Jato pode ter atuado como uma milícia judicial a serviço de interesses internacionais. "Talvez se tenha que esperar por livros estrangeiros para saber o que foi e como foi, de fato, a Lava Jato conduzida por Deltan Dallagnol e Sergio Moro, este, hoje, integrado a uma empresa americana que lida com procedimentos do submundo empresarial. Mas nem tudo continua sob sombra ou como dúvida", escreve ele.

"Habituados às delações traidoras, os próprios integrantes da Lava Jato delataram-se em gravações. A procuradora Carolina Resende, por exemplo, não disfarçou o objetivo do grupo: 'Precisamos atingir Lula na cabeça (prioridade número 1) pra nós da PGR'. Falou no melhor vernáculo miliciano", pontua ainda Janio.

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