Malas de Geddel agravam situação de Temer, diz Janio de Freitas

A propina de R$ 51 milhões apreendida no bunker de Geddel Vieira Lima, braço de direito de Michel Temer, agravará muito a situação política do ocupante do Palácio do Planalto; "derrubada Dilma, Geddel estava na primeira fila a entrar no Planalto, feito ministro da Secretaria de Governo de Temer – um dos dois ministros que sabem e lidam com tudo no governo", diz o colunista Janio de Freitas

A propina de R$ 51 milhões apreendida no bunker de Geddel Vieira Lima, braço de direito de Michel Temer, agravará muito a situação política do ocupante do Palácio do Planalto; "derrubada Dilma, Geddel estava na primeira fila a entrar no Planalto, feito ministro da Secretaria de Governo de Temer – um dos dois ministros que sabem e lidam com tudo no governo", diz o colunista Janio de Freitas
A propina de R$ 51 milhões apreendida no bunker de Geddel Vieira Lima, braço de direito de Michel Temer, agravará muito a situação política do ocupante do Palácio do Planalto; "derrubada Dilma, Geddel estava na primeira fila a entrar no Planalto, feito ministro da Secretaria de Governo de Temer – um dos dois ministros que sabem e lidam com tudo no governo", diz o colunista Janio de Freitas (Foto: Leonardo Attuch)

247 – A propina de R$ 51 milhões apreendida no bunker de Geddel Vieira Lima, braço de direito de Michel Temer, agravará muito a situação política do ocupante do Palácio do Planalto, avalia o colunista Janio de Freitas, em artigo publicado nesta quinta-feira.

"As gravações que Joesley traz não apagam a anterior, em que Temer lhe recomenda manter a compra de silêncio dos presos Lúcio Funaro e Eduardo Cunha. Nem elimina sua indicação, para representá-lo junto a Joesley, do 'auxiliar de plena confiança' logo fotografado com a mala e meio milhão vindo do empresário. Temer continua denunciado, para ser processado quando termine o mandato", diz ele.

"Derrubada Dilma, Geddel estava na primeira fila a entrar no Planalto, feito ministro da Secretaria de Governo de Temer –um dos dois ministros que sabem e lidam com tudo no governo", afirma ainda o jornalista. "Ainda em nível de expectativa, há mais quatro ou cinco gravações de Joesley e outros dirigentes do grupo J&F. Mais ameaças potenciais para Temer, sem exclusividade: seria a hora também de outros políticos. Acima de tudo isso, paira a indignação que invadiu o Supremo e, pode-se pressentir, exacerbou disposições ali quanto a tudo referente à corrupção e seus personagens. Uma boa perspectiva, pois. Não para Temer."

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