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Mello Franco: já começou a salvação de Cunha, não do Brasil

Para o colunista Bernardo Mello Franco, a nova fase da Operação Salva Cunha foi deflagrada no domingo: ‘Enquanto o país assistia ao show do impeachment, aliados negociavam um ponto final às investigações contra o peemedebista. A ideia é premiá-lo com uma "anistia" pelo empenho para derrubar Dilma Rousseff”; segundo ele, para escapar da cassação, ele "conta com a cumplicidade da oposição, que parou de atacá-lo, e do velho aliado Michel Temer, prestes a se tornar usufrutuário da faixa presidencial"

Para o colunista Bernardo Mello Franco, a nova fase da Operação Salva Cunha foi deflagrada no domingo: ‘Enquanto o país assistia ao show do impeachment, aliados negociavam um ponto final às investigações contra o peemedebista. A ideia é premiá-lo com uma "anistia" pelo empenho para derrubar Dilma Rousseff”; segundo ele, para escapar da cassação, ele "conta com a cumplicidade da oposição, que parou de atacá-lo, e do velho aliado Michel Temer, prestes a se tornar usufrutuário da faixa presidencial" (Foto: Roberta Namour)

247 – Para o colunista Bernardo Mello Franco, a nova fase da Operação Salva Cunha foi deflagrada no domingo.

‘Enquanto o país assistia ao show do impeachment, aliados negociavam um ponto final às investigações contra o peemedebista. A ideia é premiá-lo com uma "anistia" pelo empenho para derrubar Dilma Rousseff”, destaca. "Todo mundo sabe que sem Eduardo Cunha não teria impeachment", disse o deputado Paulinho da Força. "Ele merece ser anistiado", defendeu.

Segundo Mello Franco, mesmo que o processo vá adiante, Cunha já tem maioria para trocar a cassação por uma pena mais branda.
“Para isso, conta com a cumplicidade da oposição, que parou de atacá-lo, e do velho aliado Michel Temer, prestes a se tornar usufrutuário da faixa presidencial. O Supremo continua a lavar as mãos. O pedido para afastar Cunha está na corte desde dezembro, sem data para ser julgado”, afirma (leia aqui).