Mello Franco: PSDB na torcida para atenuar caixa 2 eleitoral

O colunista Bernardo Melo Franco chama a atenção para a atuação de tucanos na tentativa de atenuar o crime de caixa dois eleitoral; enquanto Geraldo Alckmin afirma que é preciso "separar o joio do trigo" nesses casos, Fernando Henrique Cardoso é ainda mais explícito;  "Na visão de FHC, quem recebeu dinheiro sujo para comprar um iate praticou um "crime", e quem recebeu dinheiro sujo para se eleger cometeu um "erro". Por essa lógica, o ex-governador Sérgio Cabral é um criminoso, mas um tucano que recebeu R$ 23 milhões na Suíça para bancar sua campanha apenas 'errou'", escreve.

O colunista Bernardo Melo Franco chama a atenção para a atuação de tucanos na tentativa de atenuar o crime de caixa dois eleitoral; enquanto Geraldo Alckmin afirma que é preciso "separar o joio do trigo" nesses casos, Fernando Henrique Cardoso é ainda mais explícito;  "Na visão de FHC, quem recebeu dinheiro sujo para comprar um iate praticou um "crime", e quem recebeu dinheiro sujo para se eleger cometeu um "erro". Por essa lógica, o ex-governador Sérgio Cabral é um criminoso, mas um tucano que recebeu R$ 23 milhões na Suíça para bancar sua campanha apenas 'errou'", escreve.
O colunista Bernardo Melo Franco chama a atenção para a atuação de tucanos na tentativa de atenuar o crime de caixa dois eleitoral; enquanto Geraldo Alckmin afirma que é preciso "separar o joio do trigo" nesses casos, Fernando Henrique Cardoso é ainda mais explícito;  "Na visão de FHC, quem recebeu dinheiro sujo para comprar um iate praticou um "crime", e quem recebeu dinheiro sujo para se eleger cometeu um "erro". Por essa lógica, o ex-governador Sérgio Cabral é um criminoso, mas um tucano que recebeu R$ 23 milhões na Suíça para bancar sua campanha apenas 'errou'", escreve. (Foto: Giuliana Miranda)

247 - O colunista Bernardo Melo Franco chama a atenção para a atuação de tucanos na tentativa de atenuar o crime de caixa dois eleitoral; enquanto Geraldo Alckmin afirma que é preciso "separar o joio do trigo" nesses casos, Fernando Henrique Cardoso é ainda mais explícito. "Na visão de FHC, quem recebeu dinheiro sujo para comprar um iate praticou um "crime", e quem recebeu dinheiro sujo para se eleger cometeu um "erro". Por essa lógica, o ex-governador Sérgio Cabral é um criminoso, mas um tucano que recebeu R$ 23 milhões na Suíça para bancar sua campanha apenas 'errou'", escreve. 

"É preciso dizer que Alckmin e FHC não reinventaram a roda. No escândalo do mensalão, petistas usaram o mesmo discurso para tentar driblar a Justiça. O advogado de Delúbio Soares chegou a afirmar, diante dos 11 ministros do Supremo Tribunal Federal: "Ele fez caixa dois de campanha, isso ele não nega. Agora, ele não corrompeu ninguém".

A divulgação das delações da Odebrecht vai revelar um segredo de polichinelo: as empreiteiras financiaram todos os grandes partidos brasileiros pela via ilegal do caixa dois. O dinheiro não deixou de ser declarado por timidez, e sim porque estava ligado a fraudes em obras públicas.

Há uma torcida suprapartidária para que o Supremo abrace a teoria do joio e do trigo. No julgamento do mensalão, não funcionou. Foram todos condenados por corrupção."

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