Merval fala em impugnação de chapa, nova eleição e impeachment

Colunista diz que revelações de Ricardo Pessoa sobre doações à campanha da presidente Dilma em 2014 podem resultar em impugnação de chapa e convocação de uma nova disputa; ou, ainda, o impeachment, diz Merval, diante da acusação das "pedaladas" pelo TCU; as doações, porém, foram feitas a políticos de seis partidos e o tribunal de contas está com a credibilidade abalada, pois também foi citado na Lava Jato

Colunista diz que revelações de Ricardo Pessoa sobre doações à campanha da presidente Dilma em 2014 podem resultar em impugnação de chapa e convocação de uma nova disputa; ou, ainda, o impeachment, diz Merval, diante da acusação das "pedaladas" pelo TCU; as doações, porém, foram feitas a políticos de seis partidos e o tribunal de contas está com a credibilidade abalada, pois também foi citado na Lava Jato
Colunista diz que revelações de Ricardo Pessoa sobre doações à campanha da presidente Dilma em 2014 podem resultar em impugnação de chapa e convocação de uma nova disputa; ou, ainda, o impeachment, diz Merval, diante da acusação das "pedaladas" pelo TCU; as doações, porém, foram feitas a políticos de seis partidos e o tribunal de contas está com a credibilidade abalada, pois também foi citado na Lava Jato (Foto: Gisele Federicce)

247 – Apesar de citar doações de campanha a políticos de seis partidos, inclusive nomes ilustres da oposição, a delação do empresário Ricardo Pessoa, dono da UTC Engenharia, pode resultar na consequência da impugnação da chapa que elegeu a presidente Dilma Rousseff, escreve Merval Pereira.

O motivo, diz ele, seria o "abuso de poder político e econômico". Ricardo Pessoa revelou ter doado R$ 7,5 milhões para a campanha e Dilma no ano passado, e também a Lula em 2006. Aloysio Nunes, que foi vice na chapa de Aécio Neves na disputa ao Planalto em 2014, porém, também recebeu recursos da UTC.

A consequência da impugnação, destaca Merval, seria "uma nova eleição se o caso for resolvido na Justiça Eleitoral nos dois primeiros anos de mandato, isto é, até o final de 2016". Ele também citam o impeachment por crime de responsabilidade e coloca como argumento a acusação do TCU sobre as "pedaladas fiscais" – o problema é que o TCU também foi citado na Lava Jato e tem sua credibilidade fragilizada.

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