Merval: manifestantes pró-golpe 'se precipitaram'

Um dos primeiros defensores do impeachment da presidente Dilma Rousseff, o colunista Merval Pereira, do Globo, atribuiu o fiasco das manifestações desse domingo, 13, à "precipitação" de seus organizadores; "Movimentos que convocaram as manifestações de ontem se precipitaram. O momento é difícil e ainda tem o problema do Eduardo Cunha confundindo as coisas", afirmou

Um dos primeiros defensores do impeachment da presidente Dilma Rousseff, o colunista Merval Pereira, do Globo, atribuiu o fiasco das manifestações desse domingo, 13, à "precipitação" de seus organizadores; "Movimentos que convocaram as manifestações de ontem se precipitaram. O momento é difícil e ainda tem o problema do Eduardo Cunha confundindo as coisas", afirmou
Um dos primeiros defensores do impeachment da presidente Dilma Rousseff, o colunista Merval Pereira, do Globo, atribuiu o fiasco das manifestações desse domingo, 13, à "precipitação" de seus organizadores; "Movimentos que convocaram as manifestações de ontem se precipitaram. O momento é difícil e ainda tem o problema do Eduardo Cunha confundindo as coisas", afirmou (Foto: Aquiles Lins)
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247 - O colunista Merval Pereira, do Globo, atribuiu o fracasso das manifestações que pedem a ruptura da democracia com o impeachment da presidente Dilma Rousseff, nesse domingo, 13, à "precipitação" de seus organizadores. 

"Movimentos que convocaram as manifestações de ontem se precipitaram. O momento é difícil e ainda tem o problema do Eduardo Cunha confundindo as coisas", afirmou o colunista, um dos primeiros a defender o impachment de Dilma.

Segundo Merval, os manifestantes pró-golpe ficaram pressionados pela decisão do Eduardo Cunha de permitir o processo do impeachment e se precipitaram em marcar os protestos de rua. "Mas acredito que o número menor de participantes não significa que tenha mudado alguma coisa no país", afirma. 

Leia na íntegra o comentário de merval Pereira. 

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