Mídia atira Rodrigo Janot ao mar

A atuação do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, no episódio das delações da JBS foi o estopim para que parte dos principais jornais do País lhe abandonasse; em editorial "O custo Janot", o Estadão o culpa por atrapalhar "a vida de todos os brasileiros, ao comprometer a recuperação da economia"; já colunista Vera Magalhães diz que Janor se "constitui o maior ataque aos fundamentos da Lava Jato"; já a extrema direita distribui pela rede o encontro de boteco, ontem, entre ele e o advogado de Joesley Batista, Pierpaolo Bottini; "Acusar Lula e Dilma, os governantes que deram não apenas apoio, mas a independência que o Ministério Público, passaram a ser o gemido de perdão de Janot às elites do dinheiro e da mídia", diz Fernando Brito

A atuação do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, no episódio das delações da JBS foi o estopim para que parte dos principais jornais do País lhe abandonasse; em editorial "O custo Janot", o Estadão o culpa por atrapalhar "a vida de todos os brasileiros, ao comprometer a recuperação da economia"; já colunista Vera Magalhães diz que Janor se "constitui o maior ataque aos fundamentos da Lava Jato"; já a extrema direita distribui pela rede o encontro de boteco, ontem, entre ele e o advogado de Joesley Batista, Pierpaolo Bottini; "Acusar Lula e Dilma, os governantes que deram não apenas apoio, mas a independência que o Ministério Público, passaram a ser o gemido de perdão de Janot às elites do dinheiro e da mídia", diz Fernando Brito
A atuação do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, no episódio das delações da JBS foi o estopim para que parte dos principais jornais do País lhe abandonasse; em editorial "O custo Janot", o Estadão o culpa por atrapalhar "a vida de todos os brasileiros, ao comprometer a recuperação da economia"; já colunista Vera Magalhães diz que Janor se "constitui o maior ataque aos fundamentos da Lava Jato"; já a extrema direita distribui pela rede o encontro de boteco, ontem, entre ele e o advogado de Joesley Batista, Pierpaolo Bottini; "Acusar Lula e Dilma, os governantes que deram não apenas apoio, mas a independência que o Ministério Público, passaram a ser o gemido de perdão de Janot às elites do dinheiro e da mídia", diz Fernando Brito (Foto: Aquiles Lins)

Por Fernando Brito, do Tijolaço - O “ex-perança” do Brasil Rodrigo Janot, a uma semana de deixar o cargo desfila, em todos os jornais, o descrédito onde se lançou.

À esquerda, Janio de Freitas, na Folha, ao melhor estilo do “a sua ausência preenche uma lacuna” diz que a “a saída de Janot não é inoportuna”: “A imunidade plena concedida a Joesley Batista, por exemplo, virou-se contra Janot, e o pasmo generalizado parece tê-lo desestabilizado. Seu tão repetido argumento mais lembrou uma capitulação à exigência do possível delator, descabida mas capaz de saciar a ânsia de procuradores e do próprio Janot por mais processáveis”

À direita temerista, o editorial  “O custo Janot“, do Estadão o culpa por atrapalhar ” a vida de todos os brasileiros, ao comprometer o processo de recuperação da economia” e ter impedido a aprovação da reforma da previdência.

Na ótica tucana, no mesmo Estadão, Vera Magalhães diz que Janor se “constitui o maior ataque aos fundamentos da Lava Jato e fornece munição àqueles que tentam enfraquecê-la”.

Não adianta Janot correr para denunciar Temer, Lula, Dilma, o PMDB do Senado, Miller, Joesley e a torcida do Flamengo nessa reta final, numa luta desesperada contra o tempo que ainda lhe resta no cargo. A gravidade de o acordo com os irmãos Batista e sua quadrilha ter sido fechado nos termos em que foi, e nas condições de bastidores agora reveladas, macula de forma inexorável seu mandato.

Já a extrema direita distribui pela rede o encontro de boteco, ontem, entre ele e o advogado de Joesley Batista, Pierpaolo Bottini.

Acusar Lula e Dilma, os governantes que deram não apenas apoio, mas a independência que o Ministério Público, passaram a ser o gemido de perdão de Janot às elites do dinheiro e da mídia. Como se vê, com pouco efeito, já que ele agora é carta a sair do baralho e terá o destino que o bagaço espremido tem.

O poder da meritocracia arrogante, quando cresce sem medidas, como a crista de um galo,  cai-lhe sobre os olhos e não os deixa ver que, depois de bicarem a torto e a direito, vão pra panela…

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247