Mídia chinesa diz que ato de desafiar o princípio de “uma só China” deve ser resolutamente combatido

"Há apenas uma China no mundo, Taiwan é uma parte inalienável do território chinês"

www.brasil247.com - Bandeira da China
Bandeira da China (Foto: Reprodução)


Rádio Internacional da China - A presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, encerrou sua visita a Taiwan na quarta-feira (3). Durante sua estada na ilha, ela repetidamente fez comentários ultrajantes, um dos quais foi usar o chamado “Ato de Relações com Taiwan”, alegando que "os Estados Unidos fizeram um compromisso muito firme com Taiwan e permanecerão ao seu lado”. No dia anterior, ela publicou um artigo no jornal Washington Post, citando também o chamado “Ato de Relações com Taiwan” e “Seis Garantias a Taiwan” para justificar sua visita à ilha, dizendo que isso não viola a política dos EUA de “uma só China”.

Este é outro desempenho perverso dos EUA para virtualizar e esvaziar o princípio de “uma só China”. De fato, os chamados “Ato” e “Garantias” citados por Pelosi foram fabricados unilateralmente pelo lado norte-americano, os quais violam os compromissos dos EUA assumidos nos três comunicados conjuntos sino-norte-americanos, além do princípio de “uma só China”, geralmente respeitado pela comunidade internacional. 

Há apenas uma China no mundo, Taiwan é uma parte inalienável do território chinês, e o governo da República Popular da China é o único governo legítimo que representa toda a China.

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Desde que o atual governo dos EUA chegou ao poder, prometeu repetidamente aderir à política de “uma só China” e não apoiar a “independência de Taiwan”, mas na realidade, tem feito o contrário, afetando seriamente a base política das relações bilaterais.

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Quanto à afirmação dos EUA de “ficar do lado de Taiwan”, é um truque e uma mentira política para enganar o mundo. Os políticos dos EUA sempre pensam em seus próprios interesses. Como eles podem considerar o bem-estar do povo de Taiwan? Devido a isso, o povo da ilha protestou e se opôs à visita de Pelosi.

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Não importa as desculpas que Pelosi dê, ela não pode encobrir os fatos de que os EUA são pérfidos e inconsistentes em palavras e ações, e que provocaram problemas e minaram a paz e a estabilidade no Estreito de Taiwan! Por causa disso, a China terá que revidar, e todas as consequências decorrentes devem ser suportadas pelo lado norte-americano e pelas forças separatistas da “independência de Taiwan”.

Taiwan é uma parte da China e certamente retornará ao abraço da pátria. A farsa política da visita de Pelosi não mudará essa tendência histórica. O princípio de “uma só China” não pode ser contestado, e a determinação do povo chinês de proteger a soberania nacional e a integridade territorial é sólida.

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