Milly Lacombe critica o ‘Novo’ de Amoêdo: ‘Novo’ Temer, Aécio...

A jornalista Milly Lacombe ironizou o nome do partido de João Amoêdo, "Novo", depois que o pré-candidato à presidência da República fez um comentário que sustenta o machismo estrutural da sociedade; "Numa coisa esse cara acertou: no nome do partido. Trata-se do novo Temer, novo Aécio, novo Doria... mudou o empacotamento, juntou um blá e mandou ver na velharia", postou Milly no Twitter

A jornalista Milly Lacombe ironizou o nome do partido de João Amoêdo, "Novo", depois que o pré-candidato à presidência da República fez um comentário que sustenta o machismo estrutural da sociedade; "Numa coisa esse cara acertou: no nome do partido. Trata-se do novo Temer, novo Aécio, novo Doria... mudou o empacotamento, juntou um blá e mandou ver na velharia", postou Milly no Twitter
A jornalista Milly Lacombe ironizou o nome do partido de João Amoêdo, "Novo", depois que o pré-candidato à presidência da República fez um comentário que sustenta o machismo estrutural da sociedade; "Numa coisa esse cara acertou: no nome do partido. Trata-se do novo Temer, novo Aécio, novo Doria... mudou o empacotamento, juntou um blá e mandou ver na velharia", postou Milly no Twitter (Foto: Leonardo Lucena)

247 - A jornalista Milly Lacombe ironizou o nome do partido de João Amoêdo, "Novo", depois que o pré-candidato à presidência da República fez um comentário que sustenta o machismo estrutural da sociedade, numa entrevista ao El País. "Numa coisa esse cara acertou: no nome do partido. Trata-se do novo Temer, novo Aécio, novo Doria... mudou o empacotamento, juntou um blá e mandou ver na velharia", postou no Twitter.

"Se uma mulher foi agredida na rua, ela tem que ter o mesmo direito do homem que foi agredido. Não cabe ao Estado separar a sociedade em grupos pelas preferências sexuais, cor da pele... Se as empresas estão pagando salários diferentes, não cabe ao Estado interferir nisso. Algum motivo deve ter, cabe entender essa dinâmica. Mas o risco de aprovar uma lei que determina salários iguais é que algumas mulheres acabem desempregadas", disse Amoêdo.

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