Miriam Leitão, da Globo, condena ataque a Lula e vê emergência política

Jornalista condena as ações de violência contra o ex-presidente Lula e o ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin; “Temos vivido tempos muito diferentes. Sempre houve discussão, momentos de tensão, mas não com esse grau de gravidade. É preciso reafirmar nossos compromissos com a democracia. Não há nenhuma outra forma. Não me lembro de um momento com tanta complexidade desde a redemocratização. Esses dois eventos são assustadores", diz

Jornalista condena as ações de violência contra o ex-presidente Lula e o ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin; “Temos vivido tempos muito diferentes. Sempre houve discussão, momentos de tensão, mas não com esse grau de gravidade. É preciso reafirmar nossos compromissos com a democracia. Não há nenhuma outra forma. Não me lembro de um momento com tanta complexidade desde a redemocratização. Esses dois eventos são assustadores", diz
Jornalista condena as ações de violência contra o ex-presidente Lula e o ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin; “Temos vivido tempos muito diferentes. Sempre houve discussão, momentos de tensão, mas não com esse grau de gravidade. É preciso reafirmar nossos compromissos com a democracia. Não há nenhuma outra forma. Não me lembro de um momento com tanta complexidade desde a redemocratização. Esses dois eventos são assustadores", diz (Foto: Lais Gouveia)

247 - A jornalista Miriam Leitão condenou em comentário na rádio CBN, da Globo, as ações de violência contra o ex-presidente Lula na caravana e as ameaças contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin.

Para ela, todo tipo de agressão ou ameaça precisa ser rechaçada: “o atentado contra a caravana de Lula e a ameaça ao ministro Edson Fachin são dois fatos muito sérios. O país tem, neste momento, que parar para pensar no clima de violência política, que está crescendo. Esse atentado à comitiva do ex-presidente Lula é um alerta perigosíssimo. É fundamental que o país precisa proteger seus candidatos, pré-candidatos, e todas as manifestações políticas. A democracia se fez para que haja divergência, ela é bem-vinda. Não é todo mundo pensando igual. Mas o debate precisa se dar no campo das ideias. Não pode haver confronto de simpatizante de um lado contra o de outro lado”.

Ela alerta que o país vive um momento crítico: “esses dois fatos ligaram a luz da emergência. É fundamental investigar e punir quem fez a ameaça e quem atirou contra a comitiva do ex-presidente Lula”.

A jornalista afirma ainda que o momento político do Brasil exige cuidado: “temos vivido tempos muito diferentes. Sempre houve discussão, momentos de tensão, mas não com esse grau de gravidade. É preciso reafirmar nossos compromissos com a democracia. Não há nenhuma outra forma. Não me lembro de um momento com tanta complexidade desde a redemocratização. Esses dois eventos são assustadores”.

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