Miriam Leitão denuncia retrocessos ambientais de Temer

"Não são boas as notícias ambientais. O desmatamento aumentou fortemente nos últimos dois anos e nada sugere que isso vá mudar porque o governo Temer acaba de dar um péssimo sinal ao reduzir o tamanho de uma área de proteção, a Floresta de Jamanxin, no Pará", escreve a jornalista; ela lembra que o governo Temer também "cancelou um leilão de energia alternativa, mesmo com 100 interessados na disputa que poderiam investigar R$ 8 bilhões"

"Não são boas as notícias ambientais. O desmatamento aumentou fortemente nos últimos dois anos e nada sugere que isso vá mudar porque o governo Temer acaba de dar um péssimo sinal ao reduzir o tamanho de uma área de proteção, a Floresta de Jamanxin, no Pará", escreve a jornalista; ela lembra que o governo Temer também "cancelou um leilão de energia alternativa, mesmo com 100 interessados na disputa que poderiam investigar R$ 8 bilhões"
"Não são boas as notícias ambientais. O desmatamento aumentou fortemente nos últimos dois anos e nada sugere que isso vá mudar porque o governo Temer acaba de dar um péssimo sinal ao reduzir o tamanho de uma área de proteção, a Floresta de Jamanxin, no Pará", escreve a jornalista; ela lembra que o governo Temer também "cancelou um leilão de energia alternativa, mesmo com 100 interessados na disputa que poderiam investigar R$ 8 bilhões" (Foto: Gisele Federicce)
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247 - A jornalista Miriam Leitão denuncia, em sua coluna deste domingo 25 no Globo, os retrocessos ambientais do governo de Michel Temer.

"Não são boas as notícias ambientais. O desmatamento aumentou fortemente nos últimos dois anos e nada sugere que isso vá mudar porque o governo Temer acaba de dar um péssimo sinal ao reduzir o tamanho de uma área de proteção, a Floresta de Jamanxin, no Pará", afirma. "Quando o Estado cede nesse tipo de embate, é um péssimo sinal porque incentiva outras invasões na mesma área", analisa.

Ela lembra que o governo Temer também "cancelou um leilão de energia alternativa, mesmo com 100 interessados na disputa que poderiam investigar R$ 8 bilhões". "Pela primeira vez desde 2009 não haverá um leilão em que produtores e eventuais compradores de energia limpa se encontram", observa.

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