Nassif aponta ação de Barroso em favor do Itaú

"Começa a ficar mais clara a intenção do Ministro Gilmar Mendes quando, no bate-boca com o colega Luis Roberto Barroso, acusou-o de beneficiar seu antigo escritório de advocacia", escreve o jornalista, no texto "Xadrez de como, com jeitinho, Barroso beneficiou o Itau"

"Começa a ficar mais clara a intenção do Ministro Gilmar Mendes quando, no bate-boca com o colega Luis Roberto Barroso, acusou-o de beneficiar seu antigo escritório de advocacia", escreve o jornalista, no texto "Xadrez de como, com jeitinho, Barroso beneficiou o Itau"
"Começa a ficar mais clara a intenção do Ministro Gilmar Mendes quando, no bate-boca com o colega Luis Roberto Barroso, acusou-o de beneficiar seu antigo escritório de advocacia", escreve o jornalista, no texto "Xadrez de como, com jeitinho, Barroso beneficiou o Itau" (Foto: Gisele Federicce)
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247 - "Começa a ficar mais clara a intenção do Ministro Gilmar Mendes quando, no bate-boca com o colega Luis Roberto Barroso, acusou-o de beneficiar seu antigo escritório de advocacia. Barroso era titular do escritório Luis Roberto Barroso & Associados. Quando assumiu o STF (Supremo Tribunal Federal) em 2013, o sucessor do escritório foi Barroso, Fontelles, Barcellos, Mendonça & Associados, do seu sobrinho Rafael Barroso Fontelles", escreve o jornalista Luis Nassif em artigo no GGN.

Ele traz um passo a passo de ações que foram apresentadas pelo banco no Supremo e demonstra como o gabinete do ministro acabou decidindo a favor da instituição financeira, mesmo que o escritório agora de seu sobrinho o tenha como cliente. Barroso argumentou que uma das decisões foi tomada pela área técnica de seu gabinete sem que ele soubesse. Nassif contesta: "Não há a menor condição de uma sentença questionando uma Emenda Constitucional tenha saído da área técnica do gabinete de um Ministro do Supremo".

O jornalista lembra ainda o caso nebuloso em que Barroso recebeu o pagamento de R$ 46,9 mil do Tribunal de Contas de Rondônia por uma palestra de uma hora de duração. O ministro negou que fosse esse o valor, mas Nassif refresca a memória do magistrado: uma mesma palestra foi concedida no ano anterior, "sendo intermediado pela mesma empresa contratante e pago o mesmo cachê de R$ 46,8 mil".

Leia aqui a íntegra.

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