Nassif: Lava Jato serviu a interesses dos Estados Unidos

Jornalista destaca que "a atuação da Lava Jato visou três objetivos centrais, todos diretamente relacionados com os interesses norte-americanos: inviabilizar rapidamente as multinacionais brasileiras que competiam com grupos norte-americanos no exterior; derrubar o governo Dilma e, com ele, a legislação do pré-sal; inabilitar Lula politicamente"

Jornalista destaca que "a atuação da Lava Jato visou três objetivos centrais, todos diretamente relacionados com os interesses norte-americanos: inviabilizar rapidamente as multinacionais brasileiras que competiam com grupos norte-americanos no exterior; derrubar o governo Dilma e, com ele, a legislação do pré-sal; inabilitar Lula politicamente"
Jornalista destaca que "a atuação da Lava Jato visou três objetivos centrais, todos diretamente relacionados com os interesses norte-americanos: inviabilizar rapidamente as multinacionais brasileiras que competiam com grupos norte-americanos no exterior; derrubar o governo Dilma e, com ele, a legislação do pré-sal; inabilitar Lula politicamente" (Foto: Gisele Federicce)

247 - "A cada dia que passa fica mais nítida a participação de forças dos Estados Unidos no golpe do impeachment", observa o jornalista Luis Nassif, do Jornal GGN (leia aqui a íntegra).

Sobre a Lava Jato, ele lembra que "a corrupção política contaminou todos os partidos, sem exceção. As delações dos executivos de empreiteiras forneceram um amplo arsenal para a Lava Jato, podendo selecionar os alvos a serem atingidos".

Nassif observa que "a atuação da Lava Jato visou três objetivos centrais, todos diretamente relacionados com os interesses norte-americanos: inviabilizar rapidamente as multinacionais brasileiras que competiam com grupos norte-americanos no exterior; derrubar o governo Dilma e, com ele, a legislação do pré-sal; inabilitar Lula politicamente".

"Para que nada se interpusesse no caminho, tratou de poupar Michel Temer, principal personagem do escândalo da Eletronuclear, assim como Eduardo Cunha, que só foi preso depois de consumado o impeachment. E foi por isso que a maioria absoluta dos delatores conseguiu a libertação bastando, para tanto, as palavrinhas mágicas: Lula ou Dilma sabia", completa.

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