Netflix deve um pedido de desculpas ao Brasil

Chega a ser criminosa a série "O mecanismo", lançada pela Netflix na antevéspera do que seria a prisão do ex-presidente Lula; embora diga ser baseada em fatos reais, a série é uma coleção de "fake news"; entre as cenas mais grotescas, dirigidas pelo brasileiro José Padilha, o doleiro Alberto Youssef frequenta o comitê da campanha do PT, a presidente Dilma Rousseff grava um pronunciamento eleitoral sobre como "estocar vento", e o ex-presidente Lula diz a Michel Temer para não se preocupar com os "açougueiros" da JBS; "Padilha expressa todo o seu ódio pelo progressismo e nacionalismo brasileiros nessa série lamentável", diz o leitor Alexandre Mendes Santos; saiba como protestar junto à Netflix

Chega a ser criminosa a série "O mecanismo", lançada pela Netflix na antevéspera do que seria a prisão do ex-presidente Lula; embora diga ser baseada em fatos reais, a série é uma coleção de "fake news"; entre as cenas mais grotescas, dirigidas pelo brasileiro José Padilha, o doleiro Alberto Youssef frequenta o comitê da campanha do PT, a presidente Dilma Rousseff grava um pronunciamento eleitoral sobre como "estocar vento", e o ex-presidente Lula diz a Michel Temer para não se preocupar com os "açougueiros" da JBS; "Padilha expressa todo o seu ódio pelo progressismo e nacionalismo brasileiros nessa série lamentável", diz o leitor Alexandre Mendes Santos; saiba como protestar junto à Netflix
Chega a ser criminosa a série "O mecanismo", lançada pela Netflix na antevéspera do que seria a prisão do ex-presidente Lula; embora diga ser baseada em fatos reais, a série é uma coleção de "fake news"; entre as cenas mais grotescas, dirigidas pelo brasileiro José Padilha, o doleiro Alberto Youssef frequenta o comitê da campanha do PT, a presidente Dilma Rousseff grava um pronunciamento eleitoral sobre como "estocar vento", e o ex-presidente Lula diz a Michel Temer para não se preocupar com os "açougueiros" da JBS; "Padilha expressa todo o seu ódio pelo progressismo e nacionalismo brasileiros nessa série lamentável", diz o leitor Alexandre Mendes Santos; saiba como protestar junto à Netflix (Foto: Leonardo Attuch)

247 – É criminosa a série "O mecanismo", lançada pela Netflix na antevéspera do que seria a prisão do ex-presidente Lula. Embora diga ser baseada em fatos reais, a série é uma coleção de preconceitos e "fake news". Entre as cenas mais grotescas, dirigidas pelo brasileiro José Padilha, o doleiro Alberto Youssef frequenta o comitê da campanha do PT, a presidente Dilma Rousseff grava um pronunciamento eleitoral sobre como "estocar vento" e o ex-presidente Lula diz a Michel Temer para não se preocupar com os "açougueiros" da JBS.

"Padilha expressa todo o seu ódio pelo progressismo e nacionalismo brasileiros nessa série lamentável", diz o leitor Alexandre Mendes Santos. Leia abaixo seu depoimento e saiba também como protestar junto à Netflix:

Fiquei extremamente triste e revoltado ao assistir  o episódio 1 da série em questão.
 
Começando da narração inicial que o maior problema do Brasil é a "corrupção", inclusive maior que as questões sociais e a apropriação de significativa (muito significativa) parcela de nossos riquezas para o tal "deus mercado", e principalmente pelas grotescas caricaturas que insinuam fortemente que Dilma e Lula são os chefes da quadrilha que assaltou a Petrobras (Season 01e01).
 
Liguei para eles agora há pouco e reconheci que a maior parte dos programas da emissora são excelentes, eles devem um  pedido de desculpas a sociedade brasileira,
 
Padilha expressa todo o seu ódio pelo progressismo e nacionalismo brasileiros nessa série lamentável, não sugeri nem sugiro movimentos de boicote, mas que os companheiros, assim como eu fiz, exijam da diretoria da empresa um pedido de desculpas a imensa maioria dos brasileiros e brasileiras que foram ultrajados na pela série de Padilha.
 
Sugiro que a emissora divulguem o telefone do serviço (0800-887-0201) e exijam o mesmo da direção do serviço, por favor não entrem no assunto de boicotes, 99% da emissora dá muita voz aos oprimidos, considerem apenas como uma falha humana (ou corporativa).
 
Alexandre Mendes dos Santos

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