No teleprompter, Bolsonaro se parece com uma criança aprendendo a ler

Segundo o jornalista Reinaldo Polito, "Bolsonaro não tem a mínima competência para usar o teleprompter. Ele não sabe se olha para o texto ou para os ouvintes. Se olha para o vidro que está à sua esquerda ou à sua direita. Às vezes se torna difícil até entender o que ele está tentando dizer, pois, como fica desconfortável, não tem a menor ideia do que está lendo. Por isso, faz pausas inadequadas no meio das frases e trunca o raciocínio."

(Foto: Carolina Antunes/PR)

247 - Segundo o jornalista Reinaldo Polito, em sua coluna no Portal UOL,  "Bolsonaro não tem a mínima competência para usar o teleprompter. Ele não sabe se olha para o texto ou para os ouvintes. Se olha para o vidro que está à sua esquerda ou à sua direita. Às vezes se torna difícil até entender o que ele está tentando dizer, pois, como fica desconfortável, não tem a menor ideia do que está lendo. Por isso, faz pausas inadequadas no meio das frases e trunca o raciocínio."

"Sua insegurança é tão grande que provoca consequências negativas no seu desempenho diante do público: ri nervosamente. Apoia o corpo ora sobre a perna esquerda, ora sobre a direita. Põe e tira os óculos. Ele se comporta como se fosse uma criança que está aprendendo a ler. Uma verdadeira tragédia oratória."

"A sua última experiência foi desastrosa. Na sexta-feira (23), quando fez o pronunciamento em rede nacional pela televisão parecia um principiante nervoso. Diante da câmera, ficou com o corpo rígido, movimentando apenas o braço direito, usando gestos repetitivos. Falou com os olhos vidrados. Pronunciou as palavras sem interpretar seu verdadeiro sentido. Do início ao fim, truncou as frases com pausas fora de lugar."

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