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Noblat critica PF e cobra explicações de Moro na condução de Eduardo Guimarães

Condução coercitiva do blogueiro Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania, nesta terça-feira, 21, foi criticada pelo jornalista Ricardo Noblat, do Globo; "Jornalista q publica informações vazadas não comete crime. Ninguém mais do que a PF vaza informações q lhe interessam", disse o jornalista em sua conta no Twitter; Noblat também criticou o juiz Sérgio Moro por ter autorizado a condução de Eduardo Guimarães. "Agora, sério: o juiz Moro, q autorizou a condução coercitiva p/depor do blogueiro Eduardo Guimarães, deve melhores explicações a respeito"

Condução coercitiva do blogueiro Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania, nesta terça-feira, 21, foi criticada pelo jornalista Ricardo Noblat, do Globo; "Jornalista q publica informações vazadas não comete crime. Ninguém mais do que a PF vaza informações q lhe interessam", disse o jornalista em sua conta no Twitter; Noblat também criticou o juiz Sérgio Moro por ter autorizado a condução de Eduardo Guimarães. "Agora, sério: o juiz Moro, q autorizou a condução coercitiva p/depor do blogueiro Eduardo Guimarães, deve melhores explicações a respeito" (Foto: Aquiles Lins)

247 - A condução coercitiva do blogueiro Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania, nesta terça-feira, 21, foi criticada pelo jornalista Ricardo Noblat, do Globo. 

"Jornalista q publica informações vazadas não comete crime. Ninguém mais do que a PF vaza informações q lhe interessam", disse o jornalista em sua conta no Twitter.

Questionado por um seguir que acusou Eduardo Guimarães de não ser jornalista, e sim um "blogueiro político", Noblat responde: "Nada na lei proíbe um blogueiro de ser político e não jornalista."

O jornalista do Globo também criticou o juiz Sérgio Moro por ter autorizado a condução de Eduardo Guimarães. "Agora, sério: o juiz Moro, q autorizou a condução coercitiva p/depor do blogueiro Eduardo Guimarães, deve melhores explicações a respeito", afirmou. 

O editor do Blog da Cidadania já foi liberado pela PF. Na saída, Guimarães afirmou que "não existe razão lógica" para a medida da PF (leia mais).