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Noblat vê 'estrondoso sucesso' na ida de Aécio a Caracas

O jornalista Ricardo Noblat afirma, em texto publicado nesta sexta (19) que a "visita frustrada a presos políticos venezuelanos" foi um "estrondoso sucesso para a oposição daqui e de lá"; "Nem por encomenda a missão poderia ter sido melhor", complementou; ele avaliou ainda que "a oposição daqui deixou o governo de Dilma numa saia justa"; "O que fazer? Calar-se? Ou protestar contra o tratamento conferido aos senadores? No fim da noite, depois de muitas horas de meditação, o Itamaraty emitiu nota onde diz que 'são inaceitáveis atos hostis de manifestantes contra parlamentares brasileiros'", comenta; só o blogueiro enxergou tamanho êxito na missão de Aécio

O jornalista Ricardo Noblat afirma, em texto publicado nesta sexta (19) que a "visita frustrada a presos políticos venezuelanos" foi um "estrondoso sucesso para a oposição daqui e de lá"; "Nem por encomenda a missão poderia ter sido melhor", complementou; ele avaliou ainda que "a oposição daqui deixou o governo de Dilma numa saia justa"; "O que fazer? Calar-se? Ou protestar contra o tratamento conferido aos senadores? No fim da noite, depois de muitas horas de meditação, o Itamaraty emitiu nota onde diz que 'são inaceitáveis atos hostis de manifestantes contra parlamentares brasileiros'", comenta; só o blogueiro enxergou tamanho êxito na missão de Aécio (Foto: Valter Lima)

247 - O jornalista Ricardo Noblat enxergou na viagem de senadores da oposição a Venezuela um "estrondoso sucesso". Embora fale em "visita frustrada a presos políticos venezuelanos", o colunista do jornal O Globo disse que "para a oposição daqui e de lá, nem por encomenda a missão poderia ter sido melhor". Ele avalia ainda que "a oposição daqui deixou o governo de Dilma numa saia justa".

"O que fazer? Calar-se? Ou protestar contra o tratamento conferido aos senadores? No fim da noite, depois de muitas horas de meditação, o Itamaraty emitiu nota onde diz que “são inaceitáveis atos hostis de manifestantes contra parlamentares brasileiros”. Se Maduro, o presidente que sucedeu a Hugo Chávez, não se comportasse como o déspota que é, a visita teria merecido uma notícia de pé de página em nossos jornais. E não teria repercutido na imprensa internacional", comenta.

Ele ressalva que a "máscara" da Venezuela caiu. "E só governos ideologicamente afinados com o governo Maduro, como o brasileiro, fingem não enxergar isso. Ou pior: de fato não enxergam", conclui.

Neste link o texto na íntegra.