O Brasil está duro demais para quem é humano, diz Fernando Horta
Em artigo publicado no Jornal GGN, o historiador Fernando Horta evoca Marx na data de seu bicentenário de nascimento para lamentar e denunciar o momento desumano pelo qual passa a população brasileira filiada a princípios democráticos; Horta diz que: "quando vi a queda do prédio em SP, e a forma como uma elite mesquinha e ignorante tratava as pessoas-vítimas, vi o conceito de alienação de Marx" e emenda: "nem vou falar de Dória ou Covas que são arremedos mal-feitos de humanidade incapazes de qualquer raciocínio mais elaborado e qualquer crítica da sua situação no mundo"
247 - O historiador Fernando Horta evoca Marx na data de seu bicentenário de nascimento para lamentar e denunciar o momento desumano pelo qual passa a população brasileira filiada a princípios democráticos. Horta diz que: "quando vi a queda do prédio em SP, e a forma como uma elite mesquinha e ignorante tratava as pessoas-vítimas, vi o conceito de alienação de Marx" e emenda: "nem vou falar de Dória ou Covas que são arremedos mal-feitos de humanidade incapazes de qualquer raciocínio mais elaborado e qualquer crítica da sua situação no mundo".
"A agressão e ofensa aos pobres é o reconhecimento, por conta da completa ignorância, de que existem duas espécies de seres: uma que trabalha e tem dinheiro e a outra vagabunda que precisa ser “dedetizada por fogo”, como li – com ânsia – nos portais da grande mídia. Um bombeiro, cujo nome gostaria de saber, calou a boca de uma repórter inepta. Ao ser perguntado sobre caráter ilegal da ocupação respondeu, ao vivo, “não estou aqui para discutir legalidade, mas para salvar vidas”.
O golpe alienou a sociedade brasileira. Hoje, uma parcela acredita-se superior aos humanos. E este quantum de superioridade alcança inclusive suas Santidades Togadas, que já se enxergam como profetas a guiarem seu rebanho pelo deserto da corrupção, rumo à Terra Prometida."
Leia o artigo completo de Fernando Horta no site do Jornal GGN.