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Mídia

O doodle de Martha Graham

Homenagem feita pelo Google nesta quarta-feira inspirada em movimentos criados pela bailarina americana, revolucionria na histria da dana moderna. Confira

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247 – Em homenagem ao 117º aniversário de nascimento da dançarina e coreógrafa americana Martha Graham, o Google publicou um belo e criativo doodle em sua página, nesta quarta-feira, 11. Na imagem animada, desenvolvida por Ryan Woodward, uma bailarina cria o logo da empresa, letra por letra, com movimentos reais da revolucionária dança moderna de Martha. “Foi realmente ótimo trabalhar com dançarinos e coreógrafos da Companhia de Dança Martha Graham, em Nova York. Martha foi uma artista incrível”, escreveu Woodward, em seu site. Para desenvolver o doodle, o artista se inspirou em uma apresentação feita pela principal dançarina da Companhia, Blakeley White-McGuire.

Martha Graham criou 181 danças ao longo de sua vida, constantemente deixando a marca de novas fronteiras na arte americana, até sua morte, em 1991, quando tinha 96 anos. A companhia de dança que ela criou em 1926 continua a encantar plateias ao redor do mundo com grandes obras-primas de Martha. No site da Companhia, há um passo a passo sobre cada movimento escolhido para o desenvolvimento do doodle. Confira abaixo:

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Como a palavra “Google” começa a ser escrita de trás para a frente na homenagem feita pela empresa, a primeira letra traçada é a “e”. O movimento de ombro é tirado de um solo de Martha, apresentado em 1930, chamado Lamentação. Segundo a Companhia, o solo contém a semente da revolução plantada pela artista. O figurino inovador – um tubo de lã elástico – acentua os traços do movimento, tornando-o a evocação da dor em si.

Na formação da letra “l”, a dançarina dá um salto em um movimento despreocupado, mechendo com os cabelos. O solo se tornou a essência do Satyric Festival Song, de 1932. Nele, Martha zombou de sua séria reputação e inspirou-se em números de palhaços americanos. O movimento representa o amor da artista pelo espaço, ritmo e cultura únicos do sudoeste dos EUA.

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Para desenhar a letra “g”, a bailarina faz um giro sobre os joelhos e um movimento à frente, trazendo assim a alegria e a reverência à Terra, do balé Bride in Appalachian Spring, um dos trabalhos mais bem recebidos de Martha. Criado em 1944, o espetáculo foi sua contribuição para o esforço da guerra. O movimento da noiva evoca as profundas raízes americanas de Martha e sua relação com a arte e a música do país.

O próximo movimento é seguido por um salto feroz, quando o tronco da bailarina vai para a frente e paira em uma das famosas “contrações” criadas pela dançarina. O passo faz parte do espetáculo Filhas da Noite, do refrão Night Journey, estreado em 1947. Night Journey é considerado o maior exemplo revolucionário de Martha no palco. Nele, a história da mitologia grega de Édipo se desenrola através de flashbacks e de memórias na mente de sua mãe e esposa, Jocasta.

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O chute alto com um movimento da saia, que determina o fim da dança – pés firmemente plantados, cabeça erguida e foco – finaliza o doodle com a jovem mulher do espetáculo Fronteira, outro solo de 1935. A apresentação destaca a reverência de Martha para o individualismo, a auto-capacitação e seu apetite para o novo.

Assista ao vídeo da homenagem do Google abaixo e leia mais sobre doodles aqui.

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