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Onda de indignação espalha-se na sociedade com denúncia contra Glenn

Internautas, entre eles parlamentares e figuras públicas, usaram suas redes sociais para condenar a censura e o autoritarismo presentes no Brasil após o MPF denunciar nesta terça-feira (21) sete pessoas por suposta invasão de celulares de autoridades brasileiras, incluindo o jornalista Glenn Greenwald

Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) realiza audiência pública interativa, com a participação do jornalista responsável pelo site The Intercept Brasil, para prestar informações sobre fatos revelados pelo sítio. \r\rÀ mesa, em pronunciamento, jornalista da agência de notícias The Intercept Brasil, Glenn Greenwald.\r\rFoto: Marcos Oliveira/Agência Senado (Foto: Marcos Oliveira)

247 - Diversos internautas, entre eles parlamentares e figuras públicas, usaram suas redes sociais para condenar a censura e o autoritarismo presentes no Brasil após o MPF denunciar nesta terça-feira (21) sete pessoas por suposta invasão de celulares de autoridades brasileiras, incluindo o jornalista  Glenn Greenwald, que expôs as arbitrariedades contidas na operação Lava Jato com as revelações publicadas no Portal The Intercept Brasil.  

O curioso é que Greenwald não foi investigado nem indiciado pela Polícia Federal. Para o MPF, ficou comprovado que ele auxiliou o grupo que acessou o conteúdo das mensangens trocadas por membros da Lava Jato, que feriram a equidistância entre quem julga e quem acusa, pois o ministro Sérgio Moro (Justiça) serviu como uma espécie de "assistente de acusação" dos procuradores. 

Veja  a repercussão: