Paulo Coelho: Aécio foi medalha de ouro em 'pior' declaração sobre caso Geddel

Escritor Paulo Coelho não poupou crítica ao presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, que defendeu punição ao ex-ministro Marcelo Calero por denunciar o escândalo de corrupção envolvendo o presidente Michel Temer e seu ex-braço direito Gaddel Vieira Lima; "Aécio: medalha de ouro por PIOR declaração sobre o caso Geddel", escreveu Coelho

Escritor Paulo Coelho não poupou crítica ao presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, que defendeu punição ao ex-ministro Marcelo Calero por denunciar o escândalo de corrupção envolvendo o presidente Michel Temer e seu ex-braço direito Gaddel Vieira Lima; "Aécio: medalha de ouro por PIOR declaração sobre o caso Geddel", escreveu Coelho
Escritor Paulo Coelho não poupou crítica ao presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, que defendeu punição ao ex-ministro Marcelo Calero por denunciar o escândalo de corrupção envolvendo o presidente Michel Temer e seu ex-braço direito Gaddel Vieira Lima; "Aécio: medalha de ouro por PIOR declaração sobre o caso Geddel", escreveu Coelho (Foto: Aquiles Lins)

247 - O escritor Paulo Coelho não poupou crítica ao presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, pelo seu posicionamento em relação ao escândalo de corrupção envolvendo o presidente Michel Temer e seu ex-braço direito Gaddel Vieira Lima, que foi denunciado pelo ex-ministro da Cultura Marcelo Calero. 

"Aécio: medalha de ouro por PIOR declaração sobre o caso Geddel", escreveu Coelho em sua página no Twitter. No post, o escrito compartilhou matéria do jornal Estado de S. Paulo, em que Aécio defende a investigação de Calero por ter gravado a conversa com Temer em que o presidente endossa a pressão de Geddel para ele, Calero, interferisse na liberação da construção do edifício La Vue, no centro histórico de Salvador, onde Geddel tem apartamento na planta, no valor de R$ 2,4 milhões.

"Há algo aí extremamente grave e que também tem que ser investigado: o fato de um servidor público, um homem até aquele instante da confiança do presidente da República, com cargo de ministro de Estado, entrar com gravador para gravar o presidente da República. Isso é inaceitável, isso é inédito na história republicana do Brasil", disse Aécio sobre o episódio.

 

 

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