Queda em reprovação a Bolsonaro não muda nome de “Somos 70%”, diz fundador Eduardo Moreira

Fundador do “Somos 70%”, o economista Eduardo Moreira declarou que a aprovação recorde de Jair Bolsonaro não invalida o grupo uma vez que os movimentos políticos acontecem “em ondas”. “O 70% enquanto símbolo continua valendo, porque 63% continuam sendo a maioria, e o movimento lembra que a gente é maioria”, explicou Eduardo

(Foto: Felipe Gonçalves)
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247 - O economista Eduardo Moreira, fundador do “Somos 70%”, declarou que a aprovação recorde de Jair Bolsonaro mostrada pelo Datafolha não muda a proposta do grupo. Eduardo explicou que os movimentos políticos acontecem “em ondas” e que “63% continuam sendo a maioria”. A informação é do jornal Folha de S. Paulo.

“É uma média das percepções. 70% eram contra aproximações com o centrão, queimadas de florestas, liberação das armas”, afirma Moreira. “O 70% enquanto símbolo continua valendo, porque 63% continuam sendo a maioria, e o movimento lembra que a gente é maioria”.

Para Moreira, vários fatores contribuíram para a aprovação recorde. “Tem um efeito muito importante do auxílio emergencial de R$ 600. E o Bolsonaro parou de falar. Ele se elegeu porque não participou de debates. Quando ele para de falar, melhora demais sempre. Ele teve Covid-19 e também os filhos dele envolvidos com Queiroz, esquema de rachadinhas. Quando saiu de cena, facilitou uma bandeira de paz com Supremo e Congresso. As pessoas se sentiram mais seguras com essa sensação efêmera e falsa de ordem e de paz”, conclui.

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