Reinaldo: em vez de brigar por formalidades, procuradora deveria evitar fazer política

Em sua mais recente coluna, o jornalista Reinaldo Azevedo reclama da politização e parcialidade dos procuradores da Lava Jato contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; o colunista de política da Rede TV mostra a incoerência de uma das procuradoras que interrogou Lula em Curitiba - ao mesmo tempo que exige formalismo de Lula, a procuradora Cristina Vieira mostrou forte ativismo político ao reclamar contra o projeto de lei que coíbe abusos de autoridade por parte do Judiciário

Em sua mais recente coluna, o jornalista Reinaldo Azevedo reclama da politização e parcialidade dos procuradores da Lava Jato contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; o colunista de política da Rede TV mostra a incoerência de uma das procuradoras que interrogou Lula em Curitiba - ao mesmo tempo que exige formalismo de Lula, a procuradora Cristina Vieira mostrou forte ativismo político ao reclamar contra o projeto de lei que coíbe abusos de autoridade por parte do Judiciário
Em sua mais recente coluna, o jornalista Reinaldo Azevedo reclama da politização e parcialidade dos procuradores da Lava Jato contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; o colunista de política da Rede TV mostra a incoerência de uma das procuradoras que interrogou Lula em Curitiba - ao mesmo tempo que exige formalismo de Lula, a procuradora Cristina Vieira mostrou forte ativismo político ao reclamar contra o projeto de lei que coíbe abusos de autoridade por parte do Judiciário (Foto: Charles Nisz)

247 - O colunista de Política da Rede TV, Reinaldo Azevedo, comenta a postura de uma das procuradoras do Ministério Público Federal, Cristina Vieira, durante o depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao juiz federal Sérgio Moro, na tarde desta quarta-feira (13), em Curitiba. Num dado momento, a procuradora reclama do tratamento recebido por Lula

Lula – “Não, eu não tenho, querida, eu não tenho.”
Groba Vieira – “Também pediria que o senhor ex-presidente se referisse ao membro do Ministério Público pelo tratamento protocolar devido.”
Lula – “É, como é que seria? Doutora?”
Moro – “Sei que, evidentemente, o senhor ex-presidente não tem nenhuma intenção negativa em utilizar esse termo “querida”, mas peço que não utilize, tá? Pode chamar de “doutora”, “senhora procuradora”, perfeito?”

"Todos sabem que Lula tem o hábito de chamar interlocutores de “meu querido”, “minha querida”. Dois dedos de prosa, e ele já opta pela informalidade. Ok. Se a doutora, douta procuradora, ilustre representante do Parquet, Senhora dos Mundos, não queria, então não. Mostrava-se, assim, uma formalista empedernida", escreve Reinaldo.

O colunista da Rede TV diz que se a procuradora reclama da informalidade de Lula e quer ser mesmo imparcial, não deveria ter feito ativismo político. Em 2016, junto com Carlos Fernando dos Santos e Deltan Dallagnol, Cristina gravou um vídeo incitando a população contra o Senado quando os parlamentares votavam um projeto contra o abuso de autoridade do Judiciário.

Confira a íntegra da coluna aqui

 

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