Reinaldo inclui cineasta Padilha na direita xucra

A lista da chamada "direita xucra", condenada pelo colunista Reinaldo Azevedo, não para de crescer; insatisfeito com os comentários políticos de um texto escrito pelo cineasta José Padilha, que dirige uma série para o Netflix sobre a Lava Jato, o jornalista não economizou nas críticas; "Segundo o artigo de Padilha, todos os avanços institucionais do país, desde a redemocratização, foram financiados e definidos pelo 'mecanismo'. Os comunas de antigamente chamavam isso de 'O sistema'. Nem a esquerda nem a direita mais rombudas haviam relido antes a história do Brasil pela ótica exclusiva do crime", disse

A lista da chamada "direita xucra", condenada pelo colunista Reinaldo Azevedo, não para de crescer; insatisfeito com os comentários políticos de um texto escrito pelo cineasta José Padilha, que dirige uma série para o Netflix sobre a Lava Jato, o jornalista não economizou nas críticas; "Segundo o artigo de Padilha, todos os avanços institucionais do país, desde a redemocratização, foram financiados e definidos pelo 'mecanismo'. Os comunas de antigamente chamavam isso de 'O sistema'. Nem a esquerda nem a direita mais rombudas haviam relido antes a história do Brasil pela ótica exclusiva do crime", disse
A lista da chamada "direita xucra", condenada pelo colunista Reinaldo Azevedo, não para de crescer; insatisfeito com os comentários políticos de um texto escrito pelo cineasta José Padilha, que dirige uma série para o Netflix sobre a Lava Jato, o jornalista não economizou nas críticas; "Segundo o artigo de Padilha, todos os avanços institucionais do país, desde a redemocratização, foram financiados e definidos pelo 'mecanismo'. Os comunas de antigamente chamavam isso de 'O sistema'. Nem a esquerda nem a direita mais rombudas haviam relido antes a história do Brasil pela ótica exclusiva do crime", disse (Foto: Giuliana Miranda)

247 - A lista da chamada "direita xucra", condenada pelo colunista Reinaldo Azevedo, não para de crescer. Insatisfeito com os comentários políticos de um texto escrito pelo cineasta José Padilha, que dirige uma série para o Netflix sobre a Lava Jato, o jornalista não economizou nas críticas; "Segundo o artigo de Padilha, todos os avanços institucionais do país, desde a redemocratização, foram financiados e definidos pelo 'mecanismo'. Os comunas de antigamente chamavam isso de 'O sistema'. Nem a esquerda nem a direita mais rombudas haviam relido antes a história do Brasil pela ótica exclusiva do crime", disse.

"Há dias, em artigo em "O Globo", o cineasta José Padilha escreveu 27 ditos "enunciados" sobre o que chamou de "mecanismo de exploração da sociedade brasileira". Título: "A importância da Lava Jato". Deltan Dallagnol compartilhou o texto nas redes sociais, incluindo, claro!, trecho do Enunciado 22, que exalta "o fato de que uma investigação potencialmente explosiva caiu nas mãos de uma equipe de investigadores, procuradores e de juízes rígida, competente e com bastante sorte." Faltou chamar de "linda".

Sem dúvida! Então você precisa ler ou reler os 27 postulados. Eles já me foram enviados por esquerdistas, centristas, direitistas, paraquedistas... É o emplastro Brás Cubas da política, que vai aliviar a "nossa melancólica humanidade". Segundo o autor, "na base do sistema político brasileiro, opera um mecanismo de exploração da sociedade por quadrilhas formadas por fornecedores do Estado e grandes partidos políticos". Padilha sustenta que "o mecanismo viabilizou a eleição de todos os governos brasileiros desde a retomada das eleições diretas, sejam eles de esquerda ou de direita."

É o que dizia o Lula do mensalão. É o que diz o Lula do petrolão. Por isso as esquerdas querem financiamento público de campanha. Ah, em 2002, o Apedeuta era ainda mais rigoroso do que Padilha: tonitruava que o Brasil era governado pela mesma elite desde as Capitanias Hereditárias."

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