Rovai questiona: quem são os responsáveis pela morte do reitor?

Para o jornalista Renato Rovai, editor da Revista Fórum, a morte do reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Luis Carlos Cancellier, não pode ser tratada como um caso isolado; "Ela precisa ser apurada no âmbito do seu fato gerador. Se ele procedia ou não. E não a partir de uma análise do quadro clínico do reitor", diz; "Este caso é repleto de detalhes que levam a crer que houve um açodamento nas investigações e na sua prisão que o levaram a, num ato desespero, tirar a própria vida", destaca; assista ao comentário de Rovai

Para o jornalista Renato Rovai, editor da Revista Fórum, a morte do reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Luis Carlos Cancellier, não pode ser tratada como um caso isolado; "Ela precisa ser apurada no âmbito do seu fato gerador. Se ele procedia ou não. E não a partir de uma análise do quadro clínico do reitor", diz; "Este caso é repleto de detalhes que levam a crer que houve um açodamento nas investigações e na sua prisão que o levaram a, num ato desespero, tirar a própria vida", destaca; assista ao comentário de Rovai
Para o jornalista Renato Rovai, editor da Revista Fórum, a morte do reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Luis Carlos Cancellier, não pode ser tratada como um caso isolado; "Ela precisa ser apurada no âmbito do seu fato gerador. Se ele procedia ou não. E não a partir de uma análise do quadro clínico do reitor", diz; "Este caso é repleto de detalhes que levam a crer que houve um açodamento nas investigações e na sua prisão que o levaram a, num ato desespero, tirar a própria vida", destaca; assista ao comentário de Rovai (Foto: Paulo Emílio)

Renato Rovai, na Revista FórumNa noite de ontem fiz um "Fala, Rovai" ao vivo cujo tema principal foi o suicídio do reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Luis Carlos Cancellier. Este caso é repleto de detalhes que levam a crer que houve um açodamento nas investigações e na sua prisão que o levaram a, num ato desespero, tirar a própria vida.

A juíza federal, Janaina Cassol Machado, que autorizou sua prisão se mostrou indignada na mídia quando ele foi solto, hoje silenciou.

A delegada que o acusou também silenciou, bem como a responsável pela corregedoria da universidade.

O que me parece importante é que a morte de Cancellier não seja tratada como um caso isolado. Ou muito menos como uma tragédia individual.

Ela precisa ser apurada no âmbito do seu fato gerador. Se ele procedia ou não. E não a partir de uma análise do quadro clínico do reitor.

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