Silvio Santos sobre Figueiredo: “Se não fosse ele, eu tava vendendo caneta na Sé”

No programa desse domingo (27), o apresentador Sílvio Santos mostrou seu apreço a João Figueiredo, último dos presidentes do regime militar; de acordo com Sílvio, se não fosse ele, o apresentador estaria vendendo caneta na Praça da Sé; um exagero, pois o apresentador já tinha seu canal de TV, mas mostra a importância que Sílvio dá à concessão outorgada por Figueiredo

No programa desse domingo (27), o apresentador Sílvio Santos mostrou seu apreço a João Figueiredo, último dos presidentes do regime militar; de acordo com Sílvio, se não fosse ele, o apresentador estaria vendendo caneta na Praça da Sé; um exagero, pois o apresentador já tinha seu canal de TV, mas mostra a importância que Sílvio dá à concessão outorgada por Figueiredo
No programa desse domingo (27), o apresentador Sílvio Santos mostrou seu apreço a João Figueiredo, último dos presidentes do regime militar; de acordo com Sílvio, se não fosse ele, o apresentador estaria vendendo caneta na Praça da Sé; um exagero, pois o apresentador já tinha seu canal de TV, mas mostra a importância que Sílvio dá à concessão outorgada por Figueiredo (Foto: Charles Nisz)

247 - Mais de uma vez, o apresentador  Sílvio Santos já demonstrou apreço pelo ex-presidente João Batista Figueiredo, o último dos cinco mandatários do regime militar (1979-1985). Foi em 1981 que o empresário ganhou a concessão de parte dos canais da Tupi - incluindo o de São Paulo - fazendo com que a TVS Rio virasse o SBT, conforme explica o colunista de TV do UOL, Maurício Stycer.

Neste domingo (27), em meio a uma brincadeira com os nomes dos presidentes brasileiros, Silvio voltou a fazer um elogio a Figueiredo: “Sou muito grato a ele. Se não fosse ele, eu estava vendendo caneta na praça da Sé”. A expressão é exagerada. Sílvio já tinha um canal de TV, era bem-sucedido. Mas a frase revela como Sílvio considera o "empurrãozinho" dado pelo general como algo fundamental na sua trajetória empresarial.

Uma curiosidade é que essa ajuda foi viabilizada por Dulce Figueiredo, a esposa do ditador. Na exposição do Museu da Imagem e do Som (MIS) sobre Sílvio, em São Paulo, havia uma homenagem à Dulce, mas não ao presidente Figueiredo.

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