Singer relembra cada passo do roteiro do golpe

Para o cientista político André Singer, fatores como a delação premiada de Delcídio Amaral e a condução coercitiva do ex-presidente Lula fazem parte do mesmo massacre midiático que culminaram com as manifestações de 13 de março; "Não espanta que, diante desse massacre eletrônico, setores de direita e de centro tenham decidido esquecer os graves problemas que pesam sobre o impeachment e produzido, em 13/3, a maior manifestação da história política do Brasil pela saída de Dilma e a prisão de Lula. A partir daí, legitimado pelas ruas, o impeachment começa a andar. Tudo coincidência?", questiona

Para o cientista político André Singer, fatores como a delação premiada de Delcídio Amaral e a condução coercitiva do ex-presidente Lula fazem parte do mesmo massacre midiático que culminaram com as manifestações de 13 de março; "Não espanta que, diante desse massacre eletrônico, setores de direita e de centro tenham decidido esquecer os graves problemas que pesam sobre o impeachment e produzido, em 13/3, a maior manifestação da história política do Brasil pela saída de Dilma e a prisão de Lula. A partir daí, legitimado pelas ruas, o impeachment começa a andar. Tudo coincidência?", questiona
Para o cientista político André Singer, fatores como a delação premiada de Delcídio Amaral e a condução coercitiva do ex-presidente Lula fazem parte do mesmo massacre midiático que culminaram com as manifestações de 13 de março; "Não espanta que, diante desse massacre eletrônico, setores de direita e de centro tenham decidido esquecer os graves problemas que pesam sobre o impeachment e produzido, em 13/3, a maior manifestação da história política do Brasil pela saída de Dilma e a prisão de Lula. A partir daí, legitimado pelas ruas, o impeachment começa a andar. Tudo coincidência?", questiona (Foto: Leonardo Attuch)

247 – No texto Roteiro de um golpe?, o colunista André Singer recorda os passos do golpe tramado contra a presidente Dilma Rousseff.

Segundo ele, a situação estava sob controle, quando na quinta-feira, 3/3/2016, a revista "Isto É" publica, em edição imprevista, suposta delação premiada do senador Delcídio do Amaral.

"Segue-se uma cobertura de imprensa monumental. Telejornais de grande audiência dedicam edições extraordinariamente longas a detalhar as acusações senatoriais. Extensas reportagens sobre os supostos imóveis de Lula são acrescentados ao noticiário daquela noite. No dia seguinte, Lula é conduzido coercitivamente para depor em Congonhas (SP)", diz ele.  "Com a detenção do ex-presidente, as acusações penais lançadas sobre ele ganham outra dose maciça de exposição. O país entra em estado de emergência comunicacional, com a televisão pisando e repisando denúncias que poderiam levá-lo à cadeia."

"Não espanta que, diante desse massacre eletrônico, setores de direita e de centro tenham decidido esquecer os graves problemas que pesam sobre o impeachment e produzido, em 13/3, a maior manifestação da história política do Brasil pela saída de Dilma e a prisão de Lula. A partir daí, legitimado pelas ruas, o impeachment começa a andar. Tudo coincidência?"

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