Tijolaço: Brasil está em liquidação para salvar Temer

Governo Temer quer "vender e vender correndo, a toque de caixa, sem produzir, sequer, algum benefício para o funcionamento dos serviços públicos", para mesmo assim continuar com "um rombo gigantesco nas contas públicas", observa o jornalista Fernando Brito, sobre o pacote de privatização que o governo vem preparando para ser colocado em prático até o fim de 2018

Governo Temer quer "vender e vender correndo, a toque de caixa, sem produzir, sequer, algum benefício para o funcionamento dos serviços públicos", para mesmo assim continuar com "um rombo gigantesco nas contas públicas", observa o jornalista Fernando Brito, sobre o pacote de privatização que o governo vem preparando para ser colocado em prático até o fim de 2018
Governo Temer quer "vender e vender correndo, a toque de caixa, sem produzir, sequer, algum benefício para o funcionamento dos serviços públicos", para mesmo assim continuar com "um rombo gigantesco nas contas públicas", observa o jornalista Fernando Brito, sobre o pacote de privatização que o governo vem preparando para ser colocado em prático até o fim de 2018 (Foto: Gisele Federicce)

Por Fernando Brito, do Tijolaço - O Poder360 traz a lista daquilo que, em pouco mais de um ano, o Governo Temer quer vender para, ainda assim, continuarmos com um rombo gigantesco nas contas públicas.

Vender e vender correndo, a toque de caixa, sem produzir, sequer, algum benefício para o funcionamento dos serviços públicos.

Reproduzo a lista escandalosa, ao final do post.

Nem, assim, porém, as contas estão fechando, porque o país, paralisado, arrecada menos e menos.

Ao ponto da ex-“feliz” Míriam Leitão ser implacável com o descalabro das contas: A culpa é do presidente Temer.

A reportagem de Leila Coimbra no Poder360 levanta, porém, um “pequeno problema” nos planos vendilhões, capitaneados por Moreira Franco – aquele de quem Antonio Carlos Magalhães falava ter ouvido de FHC que “não confiava em Moreira para cargos que tivessem cofre”, segundo a Folha .

É que as grandes empreiteiras, tradicionais investidoras na área de infraestrutura – estradas, usinas, campos de petróleo – que forma o grosso do butim estatal estão quebradas e até devolvendo o que tinham abocanhado.

Restam, portanto, os estrangeiros.

E, portanto, o Brasil tem o direito de avisar ao mundo que não haverá segurança jurídica em negócios feitos por um governo sem legitimidade, no apagar de suas luzes (luzes?), por personagens envolvidos até a medula em episódios, digamos, “maléficos”.

Confira aqui a lista.

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