Tijolaço: Cunha é quem luta para não perder comando do PMDB

Sobre a atuação do vice-presidente Michel Temer para não perder a presidência do partido, o jornalista Fernando Brito, editor do Tijolaço, destaca que o presidente da Câmara, isolado em denúncias de corrpção, o que sobrou a Temer, "desde que cometeu a mais canhestra manobra política do século com a divulgação de sua carta golpista a Dilma Rousseff"; "Sobrou Cunha, que não tem mais nada além de Temer para se agarrar, assim como ele só ao presidente da Câmara pode ter como "grande eleitor" no partido"

Sobre a atuação do vice-presidente Michel Temer para não perder a presidência do partido, o jornalista Fernando Brito, editor do Tijolaço, destaca que o presidente da Câmara, isolado em denúncias de corrpção, o que sobrou a Temer, "desde que cometeu a mais canhestra manobra política do século com a divulgação de sua carta golpista a Dilma Rousseff"; "Sobrou Cunha, que não tem mais nada além de Temer para se agarrar, assim como ele só ao presidente da Câmara pode ter como "grande eleitor" no partido"
Sobre a atuação do vice-presidente Michel Temer para não perder a presidência do partido, o jornalista Fernando Brito, editor do Tijolaço, destaca que o presidente da Câmara, isolado em denúncias de corrpção, o que sobrou a Temer, "desde que cometeu a mais canhestra manobra política do século com a divulgação de sua carta golpista a Dilma Rousseff"; "Sobrou Cunha, que não tem mais nada além de Temer para se agarrar, assim como ele só ao presidente da Câmara pode ter como "grande eleitor" no partido" (Foto: Aquiles Lins)
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Por Fernando Brito, do Tijolaço - Publica hoje o Estadão que o (Michel) Temer age para não perder comando do PMDB.

Talvez fosse mais bem dito que "Eduardo Cunha luta para não perder o comando do PMDB", ao menos na Câmara dos Deputados.

Porque é Eduardo Cunha o que resta a Michel Temer, desde que cometeu a mais canhestra manobra política do século com a divulgação de sua carta golpista a Dilma Rousseff.

Perdeu apoio na bancada peemedebista do Senado, basicamente favorável à aliança com o Governo.

Perdeu espaço na bancada da Câmara que está dividida ao meio.

Perdeu espaço no Governo, onde não arranja mais uma bala juquinha para seus apoiadores.

Não ganhou apoio no PSDB, que está louco por levá-lo de cambulhada junto com Dilma e onde só tem acolhida entre os que não têm pretensão ou possibilidades eleitorais: Serra, FHC e companhia. Os tucanos de sangue nos bicos querem tudo, não um cargo com Temer.

Sobrou Cunha, que não tem mais nada além de Temer para se agarrar, assim como ele só ao presidente da Câmara pode ter como "grande eleitor" no partido.

E Cunha, à beira do cadafalso, é o abraço mais perigoso que se pode ter.

É bem pouco para alguém que, há poucos meses, andava se dizendo "o homem capaz de unir o Brasil".

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