Tijolaço: Fachin rejeitar prisão de Miller era tudo que Janot queria

"A decisão do Ministro Luiz Edson Fachin de mandar prender Joesley Batista e Ricardo Saud e deixar de fora o ex-procurador Marcelo Miller não poderia ser mais conveniente para Rodrigo Janot", diz o jornalista Fernando Brito; "Miller, pressionado pela prisão, era o risco de dizer o agora fatal 'ele sabia de tudo' – como se sabe, a maior prova de culpa, hoje, na Justiça brasileira – sobre o conhecimento, a orientação e a participação de Janot na negociação do acordo com a JBS", afirma Brito 

"A decisão do Ministro Luiz Edson Fachin de mandar prender Joesley Batista e Ricardo Saud e deixar de fora o ex-procurador Marcelo Miller não poderia ser mais conveniente para Rodrigo Janot", diz o jornalista Fernando Brito; "Miller, pressionado pela prisão, era o risco de dizer o agora fatal 'ele sabia de tudo' – como se sabe, a maior prova de culpa, hoje, na Justiça brasileira – sobre o conhecimento, a orientação e a participação de Janot na negociação do acordo com a JBS", afirma Brito 
"A decisão do Ministro Luiz Edson Fachin de mandar prender Joesley Batista e Ricardo Saud e deixar de fora o ex-procurador Marcelo Miller não poderia ser mais conveniente para Rodrigo Janot", diz o jornalista Fernando Brito; "Miller, pressionado pela prisão, era o risco de dizer o agora fatal 'ele sabia de tudo' – como se sabe, a maior prova de culpa, hoje, na Justiça brasileira – sobre o conhecimento, a orientação e a participação de Janot na negociação do acordo com a JBS", afirma Brito  (Foto: Aquiles Lins)

Por Fernando Brito, do Tijolaço - A decisão do Ministro Luiz Edson Fachin de mandar prender Joesley Batista e Ricardo Saud e deixar de fora o ex-procurador Marcelo Miller não poderia ser mais conveniente para Rodrigo Janot.

Joesley e Saud, desmoralizados mais do que já estavam antes da gravação do “papo de bebum” podem dizer que a terra é redonda, que água molha e que fogo queima que ninguém lhes dará muito crédito.

Mas Miller, pressionado pela prisão, era o risco de dizer o agora fatal “ele sabia de tudo” – como se sabe, a maior prova de culpa, hoje, na Justiça brasileira – sobre o conhecimento, a orientação e a participação de Janot na negociação do acordo com a JBS.

O procurador não poderia ter deixado de pedir a prisão de seu ex-braço direito: eram o necessário “doa em quem doer”, o “cortar na própria carne”, o “fui traído e não traí jamais”.

Verdade é nada, imagem é tudo e a dele anda tão tisnada que faz todo o sentido imaginar que tenham sido assim as coisas.

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