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Tijolaço: fustigar Haddad é água no moinho do fascismo

O jornalista e editor do blog Tijolaço, Fernando Brito, alerta para o discurso oportunista que grassou nas campanhas de Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede) que acabou por favorecer o candidato do fascismo Jair Bolsonaro (PSL); para Brito, taxar a disputa entre Haddad (PT) e Bolsonaro de disputa entre 'extremos' é levar água para o moinho fascista, uma vez que a afirmação omite deliberadamente a natureza democrática da candidatura Haddad, que luta contra a perseguição a Lula, ao petismo e ao PT, além de lutar contra um candidato ultra conservador

Tijolaço: fustigar Haddad é água no moinho do fascismo (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

247 - O jornalista e editor do blog Tijolaço, Fernando Brito, alerta para o discurso oportunista que grassou nas campanhas de Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede) que acabou por favorecer o candidato do fascismo Jair Bolsonaro (PSL). Para Brito, taxar a disputa entre Haddad (PT) e Bolsonaro de disputa entre 'extremos' é levar água para o moinho fascista, uma vez que a afirmação omite deliberadamente a natureza democrática da candidatura Haddad, que luta contra a perseguição a Lula, ao petismo e ao PT, além de lutar contra um candidato ultra conservador.

O artigo do Tijolaço estabelece um apelo junto ao leitor: "vejo muita gente, correta e de boa-fé, esperando que os dias finais de campanha de Fernando Haddad sejam de conclamação à formação de uma frente antifascista. Eu mesmo já acreditei nisso e estava errado. Até poderiam ser, se os demais agentes políticos não estivessem tão entregues à necessidade de sobrevivência que pudessem prestar atenção a isso e não estivessem, fazendo, como fazem, o vergonhoso discurso do 'precisamos nos livrar do extremismo'."

Brito alerta: "diante da ameaça de implantação de uma ditadura no país, acenam até com uma 'venezuelanização' do Brasil  que nunca esteve em pauta aqui?"