Tijolaço: golpe foi produto do “partido único da mídia”. E o Brasil está isolado

Jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, lembra que, na avaliação de Franklin Martins (à dir.), ex-ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República no segundo governo Lula, "o golpe só foi produzido porque teve por trás um discurso único bombardeado dia e noite pela mídia à população"; o blogueiro também reforçou que, de acordo com o jornalista alemão Jens Glüsing (à esq.), correspondente para a América Latina da revista Der Spiegel, o governo Michel Temer passa  "a imagem de senhores autoritários, em ternos escuros, que parece que estão inteiramente fora do resto do mundo"; assista aos vídeos

Jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, lembra que, na avaliação de Franklin Martins (à dir.), ex-ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República no segundo governo Lula, "o golpe só foi produzido porque teve por trás um discurso único bombardeado dia e noite pela mídia à população"; o blogueiro também reforçou que, de acordo com o jornalista alemão Jens Glüsing (à esq.), correspondente para a América Latina da revista Der Spiegel, o governo Michel Temer passa  "a imagem de senhores autoritários, em ternos escuros, que parece que estão inteiramente fora do resto do mundo"; assista aos vídeos
Jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, lembra que, na avaliação de Franklin Martins (à dir.), ex-ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República no segundo governo Lula, "o golpe só foi produzido porque teve por trás um discurso único bombardeado dia e noite pela mídia à população"; o blogueiro também reforçou que, de acordo com o jornalista alemão Jens Glüsing (à esq.), correspondente para a América Latina da revista Der Spiegel, o governo Michel Temer passa  "a imagem de senhores autoritários, em ternos escuros, que parece que estão inteiramente fora do resto do mundo"; assista aos vídeos (Foto: Leonardo Lucena)

Por Fernando Brito, do Tijolaço - “O golpe só foi produzido porque teve por trás um discurso único bombardeado dia e noite pela mídia à população”. A definição de Franklin Martins, ex-ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República no segundo governo Lula (2007-2010) é a conclusão lógica de quem briga, faz tempo, pela democratização da comunicação.

Franklin participou do Seminário Mídia e crise brasileira: a cobertura jornalística, a comunicação pública e o olhar da imprensa estrangeira, realizado pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), em parceria com o Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE-Fiocruz) e gravou um pequeno depoimento que reproduzo abaixo, e, logo a seguir, também a fala do jornalista alemão Jens Glüsing, correspondente para a América Latina da revista Der Spiegel, coloca como um marco para a percepção de que havia um golpe em curso o “espetáculo” da votação da autorização para que Dilma sofresse o processo de impeachment.

Assista os dois vídeos, são reflexões serenas.

E uma análise de Glüsing, importante porque vem de um correspondente com 15 anos de observação da vida brasileira: nem mesmo o Governo Temer percebe a visão negativa que tem no exterior: “é a imagem de senhores autoritários, em ternos escuros, que parece que estão inteiramente fora do resto do mundo”.

Esse é um aspecto – fatal para o golpe – que aqui poucos se dão conta: o isolamento internacional que a aventura Temer atirou o Brasil.

Veja os dois vídeos: 

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